quarta-feira, 27 de agosto de 2014

VOTA SIM



Sócio COLORADO!

Ao longo da história do Internacional, a tua emoção sempre fez a diferença nos momentos decisivos. À beira do gramado do Beira-Rio, o grito do torcedor foi o fator misterioso que fez das cabeçadas de Claudiomiro, Figueroa, Dunga e Fernandão mais que gols em jogos vitoriosos, mas verdadeiros marcos da existência de nosso Clube centenário. 

No próximo sábado, dia 30 de agosto, estás convocado para controlar a emoção e empregar a razão: pela primeira vez, o Estatuto do Sport Club Internacional será submetido à Assembleia Geral dos Associados. 

A reforma estatutária prometida há tantos anos finalmente deixou de ser uma intenção para transformar-se em um projeto, resultado do trabalho de uma comissão de Colorados que, ao longo de mais de um ano, discutiu uma porção de temas espinhosos e chegou à redação da proposta que estás chamado a dizer se serve ou não aos interesses do nosso Clube.

Há muitos anos o Movimento MAIS INTER reivindicava uma reforma estatutária. Quando, finalmente, o Conselho Deliberativo decidiu constituir um grupo de trabalho para apresentar uma proposta, fomos representados pelo Conselheiro Fernando Bolzoni, que defendeu as nossas ideias nessa discussão.

A proposta não contempla muitas das bandeiras que o Movimento MAIS INTER sustenta: por exemplo, ao invés de ser extinta, a “cláusula de barreira” para as eleições do Conselho Deliberativo continua em 15% dos votantes; pior, a previsão de eleição direta para os Cônsules, constante no atual Estatuto e nunca regulamentada, foi simplesmente suprimida. 

Tentamos corrigir esses pontos através da apresentação de emendas, mas a maioria do Conselho decidiu convocar a Assembleia Geral para decidir sobre a aprovação ou não do projeto apresentado pelo grupo de trabalho, ficando o exame das 92 emendas recebidas suspenso, com o compromisso de seu exame pelo Conselho Deliberativo no prazo de um ano, com a convocação de uma nova Assembleia Geral.

Apesar de seus defeitos, vemos na proposta alguns avanços que recomendam sua aprovação. Assumimos compromisso com a bandeira de “Diretas Sempre”, e a proposta chega muito perto disso. 

Se o atual Estatuto permite que um conchavo de 166 Conselheiros sonegue ao Associado o direito de escolher o Presidente do Internacional, a proposta aumenta de tal forma o número de Conselheiros necessário para a aclamação de um candidato (85% dos presentes à sessão) que doravante será muito difícil que isso torne a acontecer. 

Se o atual Estatuto somente permite ao Sócio do Parque Gigante votar quando admitido antes de 13/11/1990, a proposta acaba com a distinção política entre ele e os demais Associados Patrimoniais, corrigindo assim uma injustiça histórica. Se o atual Estatuto permite a eternização de um Presidente no comando do Clube, a proposta limita a reeleição para um único período subsequente. 

Além desses avanços, a proposta finalmente adapta o Estatuto do Internacional às disposições do Código Civil de 2002 e ainda define as responsabilidades no processo do exame das contas do Clube, impedindo que os Conselhos Fiscal e Deliberativo possam ser coagidos a aprová-las às pressas, em vista do cumprimento dos prazos legais.

É por isso que o MAIS INTER vota SIM à proposta do novo Estatuto para o nosso Internacional. 

Se tu concordas com esses argumentos, venha ao Gigantinho, entre as 9h e as 17h, manifestar essa decisão e participar desse momento histórico do nosso Clube. Se não puderes comparecer pessoalmente, tens até amanhã, dia 28 de agosto, para acessar o endereço http://www.votainternacional.com.br e habilitar a tua opção de voto pela Internet. 

Em qualquer caso, mesmo que não estejas convencido desses avanços e prefiras continuar com o Estatuto atual, compareça ao Gigantinho ou vote pela Internet. A grandeza do Internacional é o resultado do envolvimento dos seus Associados.

Seja qual for o resultado da Assembleia Geral, o MAIS INTER continuará fiel ao compromisso de continuar lutando por transparência e democracia no nosso Clube.

Movimento MAIS INTER

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

SETORIZAÇÃO DO BEIRA-RIO



COLORADO:

O Estádio Beira-Rio é a nossa Casa. Cada visitante que já pisou em seu gramado sentiu e temeu o rugido que ecoava da “Coreia” às Sociais, das torcidas organizadas às cadeiras perpétuas. A força da nossa Casa é conhecida e reconhecida em todo o mundo: não por acaso, esse é o palco da maioria de nossas conquistas.

Agora que as obras de modernização do nosso Gigante já permitem imaginá-lo pronto, é tempo de pensar: de nada servirá um estádio moderno e confortável, se essa estrutura renovada não conservar a alma vencedora do Beira-Rio. Antes de qualquer outra coisa, o Gigante é e tem de ser um espaço para todos os Colorados apoiarem e incentivarem o nosso Internacional.

Com esses ideais e fiel ao nosso compromisso de valorizar o Associado, o Movimento MAIS INTER apresenta suas sugestões para a setorização do estádio, após a conclusão da reforma:

>>  Correção dos valores das mensalidades sempre igual à inflação do período desde o último reajuste, como forma de reconhecer a fidelidade do Associado que se manteve adimplente durante a reforma.

>>  Valorização do Associado com lugar garantido (carteira vermelha), com garantia de acesso nos anéis superior e inferior.

>> Manutenção da atmosfera vencedora, com a ocupação maciça dos locais mais visíveis do estádio e tradicionalmente ocupados (especialmente a extensão do gramado do lado da Avenida Padre Cacique), evitando os espaços vazios que têm sido repetidamente verificados em outros estádios reformados para a Copa do Mundo de 2014.

>>  Aumento do número de cadeiras locadas dos atuais 5 mil para 8.000, gerando assim um significativo incremento nas receitas.

>> Valorização dos Associados das modalidades “Campeão do Mundo” e “Campeão de Tudo” (carteira branca) que constituem cerca de 70% do quadro social, a fim de que possam dispor de mais lugares nos jogos decisivos, mediante reserva de parte da carga de ingressos aos frequentadores mais assíduos ao estádio, através de programa de pontuação.

>>  Check–out com retorno financeiro aos proprietários e locatários de cadeiras.

>>  Variação do preço dos ingressos conforme a importância da partida, procura e antecedência de sua aquisição, visando a que o Internacional jogue sempre com casa cheia; é fundamental assegurar a todos os COLORADOS o direito de frequentar o Beira-Rio, mesmo que ocasionalmente.

Aumentar a taxa de ocupação do estádio é a forma mais eficiente e vantajosa para o INTERNACIONAL rentabilizar o Beira-Rio e manter nossa tradição de CLUBE DO POVO.

MOVIMENTO MAIS INTER

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

FUTEBOL VENCEDOR




Em um clube como o INTERNACIONAL nada é mais importante que o futebol. É o futebol que nos une; é por ele que atingimos a marca de 100 mil sócios; é por ele que nosso nome é conhecido mundialmente; e é por ele que torcem os nossos 10 milhões de torcedores.

Na noite de hoje começamos a decidir o futuro do INTER: ao escolher quem dirigirá o nosso clube nos próximos dois anos, estaremos decidindo que cara vai ter o nosso futebol nesse período. Se alguns grupos têm evitado a discussão sobre o futuro do INTER pautando-se por um mero toma-lá-dá-cá de cargos e vagas na lista para o Conselho Deliberativo, esse não é o nosso caso; a nós importa o futuro do INTER.

Desde o primeiro momento, o MAIS INTER decidiu apoiar a candidatura de Luiz Antonio Lopes simplesmente por sabê-lo o melhor e mais bem preparado candidato. Mas não se trata apenas de dar apoio: temos a honra de integrar a CHAPA 2, na pessoa do nosso companheiro Carlos Rafael dos Santos Jr., candidato a 2ª Vice-Presidente. Esse apoio e essa participação devem-se principalmente por sabermos que o foco da gestão de um clube como o INTERNACIONAL é o futebol: por isso mesmo, a CHAPA 2 é a única a ter anunciado um Vice-Presidente de Futebol com currículo vencedor e condições de impor a vontade do Associado no vestiário Colorado. Não por acaso, todas as pesquisas interativas realizadas pelos meios de comunicação até o momento indicam que a CHAPA 2 é a favorita do Associado. Confiamos que o Conselho Deliberativo não será surdo à voz do Torcedor.

O MAIS INTER sustenta a importância de uma administração profissionalizada e responsável perante a Diretoria e o Conselho Deliberativo, mas não tem a ilusão de que a administração possa ser dissociada do futebol. Aliás, a administração de um clube de futebol é como a arbitragem: tanto melhor quanto menos aparece. Não é por acaso que a veemência no discurso administrativo das demais Chapas é acompanhada de um silêncio ensurdecedor em relação à política de futebol.

Esta poderá ser uma noite de futebol no Conselho Deliberativo do nosso INTER. Ou poderá ser a noite em que decidimos passar mais dois anos longe dos títulos importantes que a Torcida deseja e o Clube merece. A noite de hoje, dia 8 de novembro de 2012, será a oportunidade em que os Conselheiros decidirão qual será a cara do futebol Colorado nos próximos dois anos. Confiamos que o Conselho Deliberativo não será surdo à voz do Torcedor.

Por isso, e por muito mais, o MAIS INTER é CHAPA 2, para o INTERNACIONAL VOLTAR A SER VENCEDOR: DENTRO E FORA DE CAMPO.

Movimento MAIS INTER

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

VOCÊ DECIDE O FUTURO DO INTER



ASSOCIADO: VOCÊ DECIDE O FUTURO DO INTER


Torcedor Colorado: você é o único dono do Internacional. Mas o privilégio de decidir o futuro do nosso Clube tem um preço: você precisa estar em dia com amensalidade até hoje.

Torcedor Colorado: no ano de 2010, o nosso INTER atingiu a marca dos 100 mil sócios, tornando-se o Maior Clube do Brasil e um dos Maiores do Mundo. Ao longo do ano, ser associado assegura o privilégio de assistir os jogos do nosso Clube no Beira-Rio; a cada dois anos, essa condição impõe o dever de manifestar a opinião sobre os rumos que desejamos que o INTER siga em sua senda de vitórias, através da escolha do Presidente e dos membros do Conselho Deliberativo. 

A grande participação do nosso associado faz, a cada dois anos, A MAIOR ELEIÇÃO DE UM CLUBE NO BRASIL. Muita gente nos copia, mas se a democracia é o governo do povo, pelo povo e para o povo, em nenhum lugar isso é mais verdadeiro que no CLUBE DO POVO. É O SÓCIO QUEM DECIDE O FUTURO DO INTER. 

No dia 15 de dezembro os associados escolherão 150 membros do Conselho Deliberativo e dirão quem será o nosso Presidente pelos próximos dois anos. Para votar,é preciso ser associado há pelo menos 2 (dois) anos e estar em dia com a mensalidade até o dia 31 de outubro de 2012.

O voto nas eleições deste ano será presencial (com urnas no Gigantinho) e pela Internet, facilitando a participação de todos os COLORADOS, mesmo aqueles que moram nas plagas distantes.

A Central de Atendimento ao Sócio estará aberta até à meia noite de hoje, É possível verificar a sua situação na área do associado na página do Clube (http://www.internacional.com.br/socios/index.php): verifique se você está em dia e não deixe de participar da festa da democracia COLORADA.

O INTERNACIONAL tornou-se o Maior Clube do Brasil graças à participação de todos os Colorados; nós, do MAIS INTER, convocamos o Associado para decidir o futuro do nosso Clube e ajudar o Colorado das Glórias a conquistar cada vez mais feitos relevantes e continuar sendo o Orgulho do Brasil.

MOVIMENTO MAIS INTER

Facebook: www.facebook.com/maisinter

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Sobre a interdição do BEIRA-RIO


Desde 1969 apenas um incêndio (criminoso diga-se de passagem) foi registrado no BEIRA-RIO

Aos Torcedores e Associados do S. C. INTERNACIONAL


Ante as graves implicações da recente decisão judicial de interditar a casa dos COLORADOS, o movimento MAIS INTER vem manifestar sua preocupação com essa situação e compartilhar as seguintes reflexões:

a)      Não cometeremos a leviandade de insinuar alguma motivação clubística na iniciativa dos ilustres senhores Promotores que, convencidos da existência de fatores de risco ao torcedor, requereram a interdição não só do melhor estádio do Rio Grande do Sul, mas também de um de seus melhores ginásios, nem tampouco na compreensão do meritíssimo senhor Juiz que reconheceu esse perigo e decidiu pela decretação da interdição do estádio, poupando felizmente o Gigantinho. 

Juntamente com todos os gaúchos de qualquer cor, esperamos ver a mesma diligência manifestada pelo Ministério Público estadual exercitada no ajuizamento de novas ações civis públicas para a interdição de outros tantos estabelecimentos, na Capital e no Interior, que oferecem risco igual ou até maior aos respectivos frequentadores, mesmo que sem proporcionar a mesma exposição midiática aos agentes ministeriais;

b)  Mesmo que, como queremos crer, a iniciativa de requerer e a decisão de decretar a interdição do Estádio Beira-Rio tenham sido tomadas exclusivamente por motivos técnicos e isentos de paixões clubísticas, um beneficiário emerge nitidamente dessa situação: a Construtora Andrade Gutierrez S.A., cujos custos serão significativamente reduzidos enquanto durar a interdição, por eliminar a necessidade de limpeza e cercamento contínuos dos espaços de execução das obras indispensável ao isolamento das áreas de acesso ao Torcedor. 

Essas circunstâncias tornam inclusive provável a aceleração do ritmo das obras e a antecipação da entrega do estádio completo, o que, se vem em benefício do Clube, não é de menor interesse da "parceira", pois ela gozará de mais alguns meses em relação ao previsto para exercitar o privilégio contratual de exploração do estádio.

c)    Da leitura dos argumentos técnicos expostos pelo Ministério Público e dos fundamentos da decisão judicial, conclui-se que, mesmo que a limpeza e o cercamento dos espaços de execução das obras fossem impecáveis, a interdição teria ocorrido de qualquer forma, pois o estádio está sendo empregado sem Plano de Prevenção e Proteção Contra Incêndio (PPCI), e não poderá obtê-lo enquanto não concluir as obras; logo, por estar em obras, o estádio não tem como obter o alvará de funcionamento exigido pelo Corpo de Bombeiros; e sem esse alvará, não poderá obter o "habite-se" da Prefeitura de Porto Alegre. 

d)   Considerando a absoluta improbabilidade de um incêndio em um estádio de concreto, entendemos que a Diretoria do INTERNACIONAL deve cobrar da construtora Andrade Gutierrez a tomada de todas as medidas cabíveis para permitir o levantamento da interdição, consistentes no perfeito isolamento dos espaços de execução das obras e na adequada limpeza das áreas de acesso ao Torcedor, de forma a suprimir os reais fatores de risco constatados na inspeção judicial, permitindo assim que os competentes profissionais da Vice-Presidência de Serviços Jurídicos, em quem depositamos nossa confiança, tenham argumentos capazes de reverter essa decisão.

e)      Conclamamos os Associados do Internacional a manter a regularidade de seus pagamentos para com a Tesouraria do Clube, mesmo enquanto perdurar a interdição. Embora um clube de futebol não tenha o direito de pretender ser remunerado por um serviço que não presta, o INTERNACIONAL precisará, mais que nunca, poder contar com seus Associados, no momento que a receita dos ingressos dos demais Torcedores diminuirá sensivelmente. Ademais, o pagamento regular das mensalidades é indispensável para assegurar o direito de voto do Associado nas próximas eleições, oportunidade em que poderá manifestar o seu inconformismo ou a sua concordância com a presente situação.

f)      Caso não seja possível reverter a interdição do Estádio Beira-Rio, propomos que a Diretoria constitua uma comissão que envolva todos os setores políticos do Clube, a fim de minimizar o impacto negativo dessa situação sobre o nosso Time e, sobretudo, sobre os Associados do S. C. INTERNACIONAL.

Acreditamos na força dos Associados e na capacidade de mobilização da Torcida Colorada para superar mais essa dificuldade na luta pelo Tetracampeonato Brasileiro, pois ao longo de nossa história tem sido assim sempre: foi superando as dificuldade que construímos um dos maiores Clubes do mundo. Vamos mostrar que é preciso muito mais que isso para abalar um CAMPEÃO DE TUDO!



Movimento MAIS INTER

sexta-feira, 18 de maio de 2012

VOLTAR A VENCER



VOLTAR A VENCER


Sócio COLORADO



Nosso INTER prepara-se para iniciar a disputa de mais um Campeonato Brasileiro. Nós, do MAIS INTER, estamos ao lado do nosso Clube na luta pela reconquista desse título, esperada há tanto tempo: seja colaborando com a atuação vigilante de nossos Conselheiros, seja opinando nos fóruns do clube, seja nas arquibancadas do Beira-Rio torcendo pelo nosso COLORADO.


Acreditamos que o INTER tem orçamento, estrutura e condições para voltar a vencer esse certame, que é o mais importante do Brasil e um dos mais difíceis do mundo. Este ano não nos restam outras competições; nosso foco único será o Brasileirão. Logo, não teremos de poupar os titulares para nenhum outro objetivo. Por isso, acreditamos que é hora de voltar a vencer o Campeonato Brasileiro (como já fizemos em 1975, 1976, 1979 e 2005).

Somos um grupo de oposição à atual Direção: não deixamos de reconhecer os méritos da gestão do presidente Giovanni Luigi, porém entendemos que muita coisa deve e precisa ser melhorada, seja na questão administrativa, seja na política de futebol.  Como grupo de oposição, nosso papel é o de fiscalizar os atos da Administração: exemplo disso foi a proposição de um Conselheiro do MAIS INTER que assegurou a prerrogativa do Conselho Deliberativo em examinar detalhadamente a minuta do contrato da parceria para a reforma do Estádio Beira-Rio; ainda que a parceria tenha sido aprovada - com o voto contrário dos nossos Conselheiros -, temos certeza de, com isso, termos ajudado em muito na preservação dos interesses do nosso Clube.

Desde o início do ano, alguns grupos políticos, entre os quais o MAIS INTER, têm-se reunido para trocar ideias e falar de projetos que possam ajudar o nosso INTER a ser ainda maior. O cuidado com a preservação do ambiente do vestiário COLORADO levou-nos a esperar passar o período de decisões (que veio no tempo certo no Gauchão e cedo demais na Libertadores) para lançar esse grupo, que agora denominamos UNIÃO DAS OPOSIÇÕES, que tem como principal objetivo contribuir com o  debate político do nosso INTER, apontando soluções e indicando caminhos.

O MAIS INTER e, temos certeza, todos os integrantes da UNIÃO DAS OPOSIÇÕES, têm um só desejo: ajudar o nosso COLORADO A VOLTAR A VENCER GRANDES TÍTULOS!



MOVIMENTO MAIS INTER



Facebook: www.facebook.com/maisinter

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

VOTAÇÃO NO CONSELHO DELIBERATIVO

COMO DEVE FICAR O BEIRA-RIO DEPOIS DA REFORMA



COLORADOS,


Ontem à noite o Conselho deliberativo do Inter aprovou a minuta do contrato entre o clube e a SPE.

O MAIS INTER esteve presente e votou contra esta parceria, por entendermos que essa não era a opção mais vantajosa para o nosso INTER. Como torcedores colorados e apaixonados que somos sempre prezamos pelo bem do clube, pela sua gestão austera e a serviço de todos os sócios e não sócios.

Apresentamos nosso manifesto, onde esclarecemos os diversos pontos de divergência que balizaram nossa decisão. Propusemos que os sócios pudessem assistir a reunião, mas, pela primeira vez em muitos anos, os Conselheiros favoráveis a parceria votaram contra a presença dos sócios na sessão.

Contudo, reconhecemos a decisão da maioria do conselho e por aceitar democraticamente a decisão, o Movimento MAIS INTER se prepara para atuar na fiscalização da execução deste contrato, para que de fato, tudo o que foi defendido pela atual gestão se comprove.

O MAIS INTER seguirá sua trajetória de zelo pelo interesse dos sócios e colocando o INTER acima de tudo, nunca se aproveitando de resultados de campo como argumentos, e pontuando de maneira clara e firme o que consideramos atitudes que não beneficiam os colorados e coloradas.



movimento MAIS INTER

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

O MAIS INTER VOTA NÃO!




Torcedor Colorado:

Ao longo do ano, o movimento MAIS INTER tem enviado suas mensagens aos sócios tratando dos temas que dizem respeito ao nosso querido INTERNACIONAL. Agora, às vésperas da decisão do Conselho Deliberativo sobre o destino de nossa casa, o Estádio Beira-Rio, pelos próximos 20 anos, não poderia ser diferente.


Desde o mês de agosto temos questionado a Diretoria quanto ao atraso das obras; ainda no início de novembro, manifestamos nossa recomendação para que o Internacional descartasse a ideia da parceria e retomasse as obras com os recursos próprios disponíveis, ainda que a construção da cobertura fosse adiada.


Após quase sete meses de demora, finalmente a empreiteira dignou-se a enviar a versão definitiva do contrato que será apreciado pelo Conselho Deliberativo. As tratativas entre o INTER e a Andrade Gutierrez estão protegidas por uma cláusula de confidencialidade, razão pela qual nossos Conselheiros, assim como os demais, tiveram de assinar um termo de compromisso em manter o sigilo sobre as cláusulas da minuta, como condição para terem acesso à mesma.

Torcedor Colorado, tenha certeza: se essas cláusulas fossem de conhecimento público, você iria ao Beira-Rio, aos milhares, para protestar.


Já que não podemos manifestar publicamente nossa discordância com os pontos da minuta que nossos Conselheiros puderam ler, podemos ao menos manifestar a opinião do Movimento MAIS INTER sobre alguns pontos do negócio divulgados pelo próprio Presidente Giovanni Luigi em entrevista coletiva, e alguns de seus asseclas nos meios de comunicação:


Receitas atuais:


A Diretoria tem dito que nenhuma das receitas atuais do Clube será comprometida, o que não é verdade, pois a totalidade da renda obtida com os camarotes e suítes já existentes será integralmente revertido à Sociedade de Propósito Específico a ser constituída pela Andrade Gutierrez. A renda obtida com o aluguel do Beira-Rio para shows, o economato dos bares (de todos os bares do estádio e não apenas dos novos) e o contrato com uma empresa de bebidas (que pagou pela exclusividade de seus produtos) será revertido integralmente à SPE. Isto tudo sem falar na diminuição da receita obtida com o estacionamento.


Essas receitas, correntes e futuras, fazem hoje parte do orçamento do Internacional e serão comprometidas caso o Clube assine o contrato de parceria.


Receitas Novas:


A Diretoria tem dito que o Internacional terá um incremento de receita anual da ordem de R$ 20 a 50 milhões de reais após a conclusão da obra. A própria variação desses números é evidência de que tal estimativa não tem embasamento em qualquer estudo ou pesquisa específica para o caso do Beira-Rio: em outras palavras, é apenas um "chute", baseado em exemplos europeus que nada têm a ver com a realidade brasileira.


Capacidade do Estádio:


Antes de iniciadas as obras, os associados do Internacional podiam ocupar um dos cerca de 53 mil lugares do estádio. Estranhamente, os Conselheiros somente tiveram acesso ao texto da minuta do contrato, mas não aos seus anexos. Assim, não temos como confirmar a suspeita de que o espaço disponível para o associado irá diminuir para 51 mil, ou seja, menos sócios COLORADOS poderão frequentar o Beira-Rio depois de concluída a obra. Até mesmo o nome de nosso estádio será repassado a construtora.



Por essas razões - e muitas outras, de conhecimento apenas de quem leu a minuta - o movimento MAIS INTER irá votar contra a parceria com a construtora Andrade Gutierrez, pois entendemos que o contrato é prejudicial ao Internacional. Acreditamos que as obras podem e devem ser concluídas com recursos próprios.

Se nos faltam hoje os recursos necessários para completar o projeto “Gigante para Sempre” a tempo para a Copa do Mundo, podemos empregar os recursos existentes para terminar a construção do anel inferior das arquibancadas, pavimentar o entorno do Estádio e construir o edifício-garagem.

Clubes de menor torcida e capacidade de mobilização podem precisar alienar o patrimônio existente e tornar-se locatários dos próprios estádios. O Clube com o maior quadro de associados do Brasil não precisa fazê-lo. O Clube com a maior Torcida do Sul do Brasil não precisa fazê-lo. A conclusão do projeto “Gigante para Sempre” é a resposta que a Torcida Colorada dará àqueles que, quarenta e poucos anos atrás, duvidaram de sua capacidade para construir um Estádio dentro d’água.


Colocar em campo um time competitivo e tornar rentável o patrimônio do Clube são os principais deveres de qualquer dirigente esportivo. Abrir mão de qualquer uma dessas competências é uma confissão de fraqueza que não combina com a história do Internacional.

Desde 1931, somos os donos da nossa própria casa, sem dever nada a ninguém. Quando a casa ficou pequena, a Torcida Colorada construiu a nova morada, à custa de muito esforço: cada saco de cimento, cada vergalhão e cada tijolo assentado foi uma oferenda destinada a purgar os pecados de cada vitória não alcançada e de cada título não conquistado. As vitórias vieram, assim como todos os maiores títulos a que um Clube pode aspirar, como que a comprovar o acerto da ousadia de não se contentar em ser apenas maior, quando se pode ser simplesmente Gigante.



Tendo lido a minuta do contrato - mas não os seus Anexos, os quais foram sonegados aos Conselheiros !!! - temos a obrigação de manifestar-nos contrários à parceria proposta. Se não podemos comentar suas cláusulas, cabe-nos mobilizar os associados para que pressionem os Conselheiros, para que a deliberação a ser tomada pelo Conselho reflita a convicção individual de cada Conselheiro quanto ao atendimento dos interesses do Clube, e não o simples pagamento de favores eleitorais. Nesse sentido, o Movimento MAIS INTER idealizou e está integrado ao movimento suprapartidário O BEIRA-RIO É NOSSO!



Por fim convidamos todos os associados para que se dirijam ao BEIRA-RIO nesta quinta-feira, dia 15 de dezembro, a partir das 19 horas para acompanhar a reunião do Conselho Deliberativo, quando os Conselheiros irão decidir o destino de nossa casa pelos próximos 20 anos.

Sócio venha fazer a diferença e participar desse momento tão importante para a história de nosso clube.


VAMOS JUNTOS DIZER: O BEIRA-RIO É NOSSO !!!


MOVIMENTO MAIS INTER

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

ENCONTRO "O BEIRA-RIO É NOSSO"

nada é impossível para a torcida COLORADA

CONVITE

Torcedor COLORADO, Os conselheiros abaixo, todos membros da Coordenação da Mobilização " O BEIRA RIO É NOSSO" , convidam a todos os Conselheiros e Sócios que tem a convicção de que a reforma estádio deve ser gestão própria, para a reunião visando troca de informações e posicionamento quanto ao contrato.


A REUNIÃO REALIZAR-SE-Á ÀS 19:30h DO DIA 13 DE DEZEMBRO DE 2011 - TERÇA-FEIRA, NO SALÃO DO JOCKEY CLUB DO RIO GRANDE DO SUL, LOCALIZADO NA AV. DIÁRIO DE NOTICIAS, 750, BAIRRO CRISTAL EM PORTO ALEGRE/RS.


VITÓRIO PIFFERO - IBSEN VALLS PINHEIRO - MÁRIO SÉRGIO MARTINS DA SILVA - - CARLOS RAFAEL DOS SANTOS JÚNIOR - LUIZ FERNANDO SALVATORI ZACHIA - LUIZ ANTONIO LOPES.

SAUDAÇÕES COLORADAS!!!!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

CHEGA DE EMBROMAÇÃO!

Mato cresceu entre as novas arquibancadas em razão da obra parada


A recente decisão da FIFA de não relacionar Porto Alegre entre as sedes da Copa das Confederações causou muito choro e ranger de dentes entre políticos e empresários gaúchos: os primeiros, pela evidente demonstração de desprestígio e falta de influência; os segundos, pela desagradável sensação de quem tem o pão tirado da boca antes de ter o tempo de mordê-lo.

A quebrar a atmosfera de velório, algumas risadas contidas dos nossos amigos da Azenha, como que saboreando mais um gol na centenária história do gre-Nal. Afinal, desde a escolha do Beira-Rio como sede para a Copa do Mundo, Colorados em geral comemoraram o fato como mais uma prova da pujança de um Clube que, mesmo sediado em um mercado secundário como o Rio Grande do Sul, conseguiu construir um patrimônio superado por poucos clubes no mundo e, no Brasil, somente pelo poderoso São Paulo F.C.

Vale a pena usar o episódio para lembrar que o Beira-Rio é o maior estádio do Sul do Brasil desde 1969, e que só deixou de ser também o melhor trinta anos depois, quando o Atlético Paranaense inaugurou a sua Arena. Mesmo assim, as numerosas reformas realizadas no Beira-Rio nos últimos anos modernizaram significativamente a Casa dos Colorados, até que, em meados de 2007, veio a público um ambicioso plano de remodelamento que tornaria o Beira-Rio um estádio apto a satisfazer todos os exigentes padrões da FIFA, devolvendo o Internacional à posição de vanguarda que acostumou-se a ostentar.

O projeto arrojado eliminaria a antiga Coreia, projetando a arquibancada inferior até o gramado, eliminando o fosso; substituiria os antigos camarotes por modernas suítes, a exemplo das já construídas, e as estenderia por todo o anel intermediário do estádio. A principal vantagem desse projeto está em sua concepção modulada, permitindo a execução das obras sem a necessidade de interdição do estádio, e sobretudo, permitindo ditar o ritmo da reforma conforme as condições financeiras do Clube.

Assim, o fluxo de caixa das obras poderia ser compatibilizado com as necessidades do futebol Colorado: parte do dinheiro da venda de nossos talentos poderia ser destinado à obra. O Beira-Rio seria reformado da mesma forma como foi construído: aos poucos e com os próprios recursos do Internacional.

Esse, ao menos, foi o projeto apresentado pela Diretoria e aprovado pelo Conselho Deliberativo. Nesse meio tempo, o Brasil foi escolhido em outubro de 2007 para realizar a Copa do Mundo de 2014 e o Beira-Rio foi escolhido como uma das doze sedes do torneio. Tudo então mudou de figura, pois, a partir daí, o Internacional não seria mais senhor do tempo da execução da obra, a qual teria de estar pronta com a antecedência exigida pela FIFA. Mesmo assim, o Clube não mudou sua postura e assumiu perante a União, o Estado do Rio Grande do Sul e o Município de Porto Alegre o compromisso de executar as obras necessárias, por conta própria e a tempo para a Copa (segundo o Portal do Governo Federal, as obras do Beira-Rio estarão concluídas em dezembro de 2012...).

A circunstância de estar entre os estádios da Copa abriu para o Internacional a perspectiva da obtenção de alguns benefícios para a execução da obra. Infelizmente, o mesmo governo federal disposto a enterrar centenas de milhões de reais na construção de estádios públicos condenados a virar elefantes brancos após a Copa não abriu créditos para os clubes proprietários de estádios-sedes (ou seja, o Internacional e o Atlético-PR), para os quais as isenções tributárias sobre os bens e serviços necessários às obras constituirão o único incentivo financeiro.

Ante tal cenário, o presidente Vitório Piffero encerrou o seu mandato lambendo as feridas do fiasco perante o tout puissant Mazembe com o ronco das máquinas botando abaixo as arquibancadas do Portão 2. Poucos dias depois, o presidente Giovanni Luigi tomou posse e algo mudou: o ex-secretário Aod Cunha de Moraes, feito ao arrepio do Estatuto o CEO (gerente executivo, para nós que ainda gostamos de falar português) do Internacional, chegou à conclusão de que os números financeiros do Clube não permitiriam que nos lançássemos à empreitada da reforma do Beira-Rio com nossas próprias forças.

Teríamos que negociar a execução da obra com uma empreiteira com capacidade financeira para bancar o investimento, ante a contrapartida da exploração dos novos espaços criados (suítes, sky boxes, garagem, etc.). Felizmente, o Conselho Deliberativo não abriu mão de seu papel fiscalizador e, mesmo tendo autorizado a Diretoria a negociar com a empreiteira – a mesma Andrade Gutierrez responsável pela obra bilionária do Maracanã –, reservou-se o direito de dizer a última palavra sobre o acerto somente à vista do contrato. A todas essas, as máquinas continuaram destruindo as arquibancadas até o mês de junho, quando silenciaram à espera de uma definição do contrato.

O tempo foi passando e foi ficando cada vez mais claro um fato incômodo de admitir: embora represente a maior parte do nosso patrimônio imobiliário, o Estádio Beira-Rio está longe de representar um grande negócio para a Andrade Gutierrez. Para uma empreiteira desse porte, habituada à construção de pontes e hidrelétricas, não impressiona a reforma da Catedral dos Colorados.

O envolvimento da construtora dar-se-á na perspectiva direta dos lucros que possa obter da exploração do patrimônio criado na reforma, e aí a porca parece torcer o rabo: a própria engenharia financeira da execução da obra com recursos próprios do Clube pressupunha, além da venda do antigo Estádio dos Eucaliptos, a venda antecipada das suítes a serem construídas no anel intermediário, a qual não rendeu os frutos esperados. Em suma: o negócio talvez não seja tão bom quanto pensávamos ser.

Mais recentemente, a construtora Andrade Gutierrez divulgou uma nota oficial na qual expôs o modelo de negócio que pretende empregar para a reforma do estádio: a ideia é constituir uma Sociedade de Propósito Específico (SPE) visando à captação de recursos para a obra. Nesse modelo, a empresa assumirá a responsabilidade por apenas 20% dos investimentos, ficando o restante por conta dos investidores que vierem a associar-se à empreitada.

Nessa perspectiva, a demora na formalização dos compromissos entre o Internacional e a empreiteira parece evidenciar menos eventuais divergências sobre o detalhamento de cláusulas que um verdadeiro impasse sobre a rentabilidade do negócio: para o Clube, à vista do desembolso do dinheiro arrecadado com a venda dos Eucaliptos e dos vultosos investimentos já realizados com o estaqueamento das fundações e com a derrubada e reconstrução de parte das arquibancadas, a cessão dos direitos de exploração econômica de áreas nobres do Complexo Beira-Rio por vinte anos parece constituir remuneração satisfatória (se não excessiva); para a Andrade Gutierrez, isso parece não ser suficiente – e talvez a razão esteja com a construtora, pois se a rentabilidade do negócio fosse assim evidente, os sócios para a constituição da SPE já teriam aparecido e o contrato com o Internacional já teria sido celebrado.

Temos então um impasse, que não será quebrado a menos que o Clube esteja disposto a ceder e a oferecer à empreiteira mais do que originalmente se pensava (afinal, é o Internacional quem está com um estádio semidestruído e pressionado com a perspectiva do descredenciamento para sediar os jogos da Copa do Mundo). Esse impasse tem de ser rompido.

As burras do BNDES estão fechadas para os Clubes, razão pela qual São Paulo mobilizou o poderio do governo do Estado e do Município em favor do futuro estádio corintiano de Itaquera, em um gesto de irresponsabilidade fiscal que levou o Estado do Paraná e o Município de Curitiba a socorrerem a obra da Arena da Baixada. Quanto ao Estado do Rio Grande do Sul e o Município de Porto Alegre, a própria circunstância da construção acelerada da Arena do Grêmio impediria solução semelhante (mesmo que os cofres públicos não estivessem na conhecida situação de penúria). O que fazer, então?

Não há mais tempo a perder com a Andrade Gutierrez: enquanto o Internacional investiu seus próprios recursos, as obras do Beira-Rio avançaram até o estágio atual; desde que resolveu mudar de rumo, só o mato cresceu sob as novas arquibancadas.

A limitação do compromisso da empreiteira com apenas um quinto do investimento contraria a própria lógica que nos levou a trocar o modelo de autofinanciamento pela busca de uma parceira com cacife financeiro para custear o porte da obra. Por isso, chega de embromação: o Clube deve encerrar oficialmente as negociações e voltar a executar as obras por sua própria conta. Evidentemente, o Internacional não dispõe dos recursos necessários para completar o projeto “Gigante para Sempre” a tempo para a Copa do Mundo; contudo, a construção do anel inferior das arquibancadas e a pavimentação do entorno do estádio não parecem estar além das possibilidades do Internacional, ainda que à custa da mobilização dos mais de cem mil associados do maior Clube do Brasil.

A moderna e custosa construção da cobertura de aço pode esperar; o edifício-garagem também (mesmo que essa obra pareça de fácil viabilização à vista do florescimento do negócio de estacionamentos em Porto Alegre). Trata-se tão-somente de dar seguimento às obras de modernização que tanto qualificaram o Estádio Beira-Rio ao longo dos últimos anos, de forma a deixá-lo ainda mais confortável para os torcedores Colorados.

E quanto à Copa do Mundo? Não sei. A FIFA tem muito tempo ainda para descredenciar estádios e sedes (já foi dito que pelo menos quatro cidades estão sobrando...). O que importa é melhorar as condições do Beira-Rio para nosso próprio uso. Se a FIFA considerar essas condições adequadas, ficaremos honrados em receber os jogos da Copa do Mundo em nossa Casa; mas o Internacional não deve e não pode contrair dívidas e alienar seu patrimônio apenas para gozar desse prestígio.

O Estádio Beira-Rio foi construído ao longo de mais de uma década, a partir de milhares de contribuições anônimas de Colorados apaixonados. A mesma paixão que matou no nascedouro há dez anos a ideia de demolir o estádio para a construção de uma arena mostra por quê não podemos insistir com um modelo que nos empatou o ano de 2011 e já nos custou a Copa das Confederações. O Beira-Rio é nosso! E assim deverá continuar.


Fernando Baptista Bolzoni
sou MAIS INTER
Conselheiro do Movimento Mais Inter


sexta-feira, 4 de novembro de 2011

O BEIRA-RIO É NOSSO


Torcedor COLORADO:




Domingo é dia de lotar o BEIRA-RIO, para empurrar o nosso INTER para mais uma vitória e podermos seguir firmes no sonho de voltar a levantar a taça do Campeonato Brasileiro. Sabemos que é difícil, mas não existe impossível para um Clube que é até hoje o ÚNICO CAMPEÃO BRASILEIRO INVICTO, naquele memorável time de Falcão, Valdomiro, Jair, Bira e Benitez, entre outros craques. Jogando na nossa casa, o COLORADO é ainda maior e mais forte.

O MAIS INTER está junto nessa corrente e saúda a decisão da Diretoria de prorrogar o prazo da renovação das carteiras sociais, uma vez que poucos associados as trocaram até agora, o que prenunciava transtornos evidentes. Os pontos do "Paixão Premiada" não empolgaram os associados, evidenciando a fragilidade do plano até aqui, mostrando que planejamento e convicção não são características da atual administração.

Seja pelas redes sociais, seja pelo nosso e-mail, temos recebido diversas manifestações e questionamentos sobre o posicionamento do MAIS INTER e de seus Conselheiros a respeito da novela da reforma do Estádio Beira-Rio. Fíéis ao nosso compromisso com o associado, trazemos a público nossa posição.

É importante salientar que a empreiteira Andrade Gutierrez procurou o INTER por mais de uma vez para apresentar uma proposta na qual assumiria o financiamento, com seus próprios recursos, de todas as reformas previstas no projeto GIGANTE PARA SEMPRE, além da construição de um Centro de Treinamento: a contrapartida seria a cessão, pelo prazo de vinte anos, das receitas com a locação de Suítes, boxes em um edifício-garagem, 5.000 mil cadeiras VIP em localização nobre e lojas construídas no entorno. O INTER ainda repassaria à empreiteira o dinheiro obtido com a venda do Estádio dos Eucaliptos.

A demora na assinatura do contrato e as entrevistas dos atuais dirigentes evidenciam que a empreiteira agora pretende mudar as condições de sua proposta inicial, o que, além de paralisar as obras e diminuir a capacidade do estádio, fez o Beira-Rio perder a indicação como sede da Copa das Confederações. O INTER aceitou negociar os detalhes de uma proposta na qual a parceira assumiria a responsabilidade integral pelo financiamento da obra, mediante as contrapartidas mencionadas. Portanto, é assim que deve ser o contrato. Se a Andrade Gutierrez pretende honrar sua proposta, não entendemos a razão da demora, uma vez que a minuta do contrato nada mais é do que o espelho da proposta. Mas se a empreiteira mudou de ideia e está achando que o negócio não é tão interessante quanto pensava, então o INTER deve dar um ultimato: ou a Andrade Gutierrez honra a proposta feita e firma o contrato naqueles termos, ou o Clube declara encerradas as negociações e reinicia a obra imediatamente, com os próprios recursos reservados para isso, e convoca a Torcida a ajudar. Quem ergueu o GIGANTE DA BEIRA-RIO onde antes só havia água não tem por que assustar-se com o desafio de uma simples reforma.

Exceto pela conquista do Mundial da FIFA, a Catedral dos Colorados foi o cenário de todas as nossas maiores conquistas: duas Libertadores, a Sul-americana, duas Recopas, três Campeonatos Brasileiros e a Copa do Brasil. A nossa casa foi construída com o esforço de milhares de Colorados anônimos: se a Andrade Gutierrez não quiser honrar o compromisso assumido, asseguramos ao Presidente Giovanni Luigi que o MAIS INTER estará ao seu lado para mobilizar a Torcida Colorada para reformar o Estádio que ela mesma construiu. Afinal, O BEIRA-RIO É NOSSO!

Mas neste domingo mais importante que erros administrativos, ou o atraso nas obras é a vitória e luta pelo título do nosso COLORADO, vamos todos apoiar o INTER na luta pelo título do Brasileirão.



Movimento MAIS INTER

terça-feira, 1 de novembro de 2011

MAIS UMA TRAPALHADA

Já era esperada a formação de filas no CAS (foto de arquivo)


Como você pode ler AQUI, foi prorrogado até 31 de dezembro o prazo para a troca das carteiras dos sócios, o que é um alívio para todos os associados ainda mais que neste domingo teremos casa cheia.

A atual direção foi incompetente para gerir esse processo o que gerou muitos transtornos a toda a torcida e, por uma série de razões, teve que voltar atrás na decisão de mudar o sitema de carteiras.


A primeira trapalhada foi o pouco tempo para que todo o processo fosse concluído, ou seja, estabeleceram pouco mais de 60 dias para que 100 mil sócios trocassem suas carteiras, isso quer dizer que cerca de 1500 sócios deveriam procurar o CAS todos os dias o que jé era impossível.

Além do mais foi estipulado um prazo único para todos os sócios, ao invés da mudança de carteira ser por etapas (sócios de Porto Alegre, depois grande Porto Alegre, depois inteior depois de fora do RS), o resultado foi previsível, na última hora um, número muito grande de associados foi fazer a troca de carteira e o INTER não teria como atender a todos antes do jogo de domingo.

Outro fato que colaborou é que o Projeto Paixão Premiada, como nós já haviamos previsto é um rotundo fracasso, e os 20 pontos oferecido a quem trocasse a certeira dentro do prazo não motivaram os associados a antecipar a mudança.

O MAIS INTER, através de seus Conselheiros, pediu algumas informações como os preços de custo das carteiras, e o valor do patrocínio da Panvel, pois achamos muito caro R$ 20,00 por carteira. Apesar da promessa do Vice-Presidente Luciano Davi (feita na reunião do Conselho Deliberativo ainda no dia 30 de AGOSTO) ainda não recebemos tais informações, evidenciando mais uma vez a desordem administrativa em que se encontra nosso INTER.

Saudamos a decisão da direção do INTER de prorrogar a data, pois pior de um erro e insistir nele, e ao menos o associado nem o próprio time foi prejudicado, pois caso mantivesse a decisão, muitos associados ficariam de fora do jogo, talvez até mesmo na fila do CAS, por conta de uma trapalhada administrativa.



André Flores
sou MAIS INTER

terça-feira, 18 de outubro de 2011

NOVA CAMPANHA DE SÓCIOS

Os jogadores usaram camisetas da promoção


Está sendo veiculada na mídia a nova campanha de sócios lançada pelo departamento de Marketing do Internacional, denominada PAIXÃO PREMIADA, que tem como principal objetivo ajudar o clube chegar a 200 mil sócios.

Este número é utópico, sabemos que pode ser alcançado mas deve demorar algum tempo, mas esse projeto tem algumas peculiaridades que beiram ao amadorismo (ja tratamos desse assunto quando da apresentação do PAIXÃO PREMIDADA no Conselho Deliberativo AQUI).

Na reunião do conselho, apresentaram tal projeto, onde foi dito que o início de tudo seria a fidelização do associado, para que este não deixe de ser sócio pelos resultados de campo, ou decisões administrativas.

Como explicou o próprio Presidente do Clube, quando foi aventado o nome de Cuca para treinador, para substituir o Falcão, em média, 80 pessoas por dia pediam o seu cancelamento como sócios.

“Para que não percamos mais associados, pelos resultados de campo ou por nomes de treinador não aceito pela torcida lançamos este grande projeto” ( palavras proferidas pelo dirigente responsável pelo projeto)

Ou seja, toda esta campanha tem como objetivo principal para o associado não vincular resultado de campo. Como assim!? O que esta direção deseja com tudo isto?

Que nós sócios ao ganhar um desconto ou um brinde, esqueçamos que somos sócios por amor ao clube e queremos ganhar títulos em primeiro lugar e não descontos, somos sócios do INTER para ajuda-lo a vencer títulos, não para ter deconto na compra de uma geladeira nova.

O Projeto prevê que os sócio irão ganhar pontos ao:

- Avisar que não vai ao jogo, comprar nas lojas conveniadas e ganhar descontos,

- Comprar produtos através do site do INTER (desde produtos licenciados até eletrodomésticos)

- Ir na maioria dos jogos realizdos durante o ano e etc..

Além de brindes, quem tiver mais pontos tera preferencia de entrada no Gigante aquele mais vai aos jogos e avisar com antecendencia e tal.

E o associado que não tem como vir a todos jogos do interior com fica? Esse é apenas um exemplo das várias contradições do projeto.

Eu, tenho certeza todos os demais associados, não queremos ganhar pontos ou descontos, queremos é o nosso INTER ganhaNdo pontos na tabela, queremos treinador de ponta e não Cucas e Celsos na casa mata.

Alguém poderá dizer que o Dorival Junior é quem foi contratado, mas quanto tempo ficamos com interino? Qual a razão de tanta demora na contratação do novo treinador? A causa foi a mobilização de nossa torcida que não aceitou calada o nome que esta direção realmente queria, se mobilizou, ameaçou desassociar-se, e garantiu que técnico não fosse um gremista.

Queremos que o Inter tenha 200 mil sócios para não termos que vender por preço de banana o Damião por exemplo, mas com este plano pífio duvido que se chegue la.

Por fim, quero apenas lembrar ao departamento de marketing que o SC INTERNACIONAL é um clube de Futebol e na uma administradora de cartão de credito.



Charlon Fantinel
Sou MAIS INTER

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O INTER – UM ENTE PÚBLICO NO TRATO DO DINHEIRO DO ASSOCIADO

O Internacional se parece com um ente público: administra mal seus recursos e como forma de resolver seus problemas, busca a panacéia arrecadatória – aumento do número de associados e das mensalidades, esquecendo que o Colorado sempre foi conhecido como “clube do povo”, e não é negando nossas origens que vamos nos transformar no clube do futuro.

Como já dizia o Barão de Itararé, “de onde menos se espera é daí que não sai nada”. O que esperar de quem contratou o Galo, contratou e demitiu o AOD CUNHA, o FALCÃO, aumentou o CELSO ROTH depois do mazembaço, a não ser a declaração que hoje lemos nos jornais: com uma folha de pagamentos em torno dos 6 milhões mensais, as contratações de: Alisson, Jô, Sandro Silva e outros ainda menos espetaculares, se o clube não vender o Damião ou o Oscar no fim do ano está quebrado.

Mas isto nós do Mais Inter, viemos falando e escrevendo há muito tempo. Ora, agora não são precisos mais 100 mil sócios, são necessários 150 mil sócios, com mensalidades reajustadas acima da inflação do período do último reajuste, para não vendermos nossos craques.

O dinheiro do clube, a mim causa a impressão de ser visto como dinheiro do contribuinte, gasta-se de qualquer forma, sem nenhuma convicção do norte que se está tomando e quando o rabo da porca ferver, chama-se o associado para pagar a conta. Bonito em ...

E o Falcão tinha razão, mas ousou discordar dos espetaculares dirigentes ...


Claudio Borba
Sou MAIS INTER

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

LUTO




O Movimento MAIS INTER vem através deste, prestar toda solidariedade aos familiares do nosso eterno ídolo ESCURINHO.

Escurinho sempre foi um ídolo exemplar, não apenas pelas muitas alegrias que proporcionou a nossa torcida, mas também pelo exemplo de pessoa, sempre alegre. Nunca escondeu seu orgulho de ter vestido a CAMISA DO INTER, e de ter marcado a história de nosso clube com suas cabeçadas precisas.

A Torcida do INTER está de luto, com o falecimento desete COLORADO, que foi lutador até o final de sua vida, e nós do MAIS INTER deixamos esta singela homenagem a este grande jogador, colocando o vídeo onde ele canta seu amor pelo INTER.


MOVIMENTO MAIS INTER





segunda-feira, 26 de setembro de 2011

QUE PARCERIA É ESSA?


O Representante do América-MEX sequer trouxe uma camiseta para a foto,
evidenciando a pouca importância que as outras equipes deram a esta "parceria.




Ainda no dia 20 deste mês, através de entrevista coletiva o INTER anunciou assinatura de convênio de uma parceria com o Atlético de Madrid, Chicago Fire e América do México (chegou a ser ventilado que tal parceria poderá envolver 10 clubes AQUI ), tal parceria envolve trocas no setor administrativo, marketing e no departamento de futebol (veja mais AQUI).

Primeiramente chama atenção o fato de no anúncio não terem sido estipulados prazos, metas, cronograma, ou mesmo sequer estimativa de resultados práticos, ou seja, não há qualquer compromisso de ordem prática para viabilizar tal parceria.

Entendo que essas trocas com outros clubes são importantes, que até mesmos podem render bons frutos, mas será que essa parceria, nos moldes em que vem sendo anunciada tem condições de dar certo? Se não der qual o risco para INTER?

O Primeiro questionamento que ouço aqui e ali quando converso com outros torcedores é “E a parceria com o Toteham?” pois quando foi anunciada ela tinha basicamente os mesmos pontos e prometia os mesmos intercâmbios, até mesmo no que tange ao empréstimo de atletas (compare lendo AQUI), mas na prática não houve qualquer intercâmbio vantajoso para o INTER, e o Toteham ainda tentou levar os Damião por um preço módico em razão desta parceria (o Edu ou o Ilan nenhum parceiro levou e eles oneraram enormemente os cofres do INTER até serem dispensados).

Já a atual parceria envolve, com mais ênfase, o marqueting e uma tentativa de globalização da marca do INTERNACIONAL. Esse ano, e com esse objetivo, realizamos intensa mobilização para jogar a Copa Audi na Alemanha, cujos resultados ficaram aquém do esperado pela falta de capacidade gerencial do INTER (não havia um ponto de venda de produtos do INTER na Alemanha, por exemplo).

A globalização de nossa marca tem a natural dificuldade que enfrentam os clubes sul-americanos (embora o Santos, Flamengo e Boca Jrs, por exemplo, sejam mundialmente conhecidos), mas também se dá pela incapacidade da atual administração (em especial o marqueting) de viabilizar tal globalização.

Se tomarmos como exemplo a Copa Audi,vamos ver que nossos dois jogos foram transmitidos para quase uma centena de países, mas de que adianta isso se a Reebook não vende camisas do INTER fora do Rio Grande do Sul. É pouco significativo que nosso jogo tenha passado na TV em países como Austrália e Coréia, se lá não há produtos do INTER (diferente do que acontece com Santos e Boca Jrs, por exemplo).

É necessário que o INTER force a fornecedora de material esportivo viabilizar a globalização de nossa marca e não apenas vender para àqueles que já são nossos torcedores, pois assim é indiferente que nossa fornecedora de material esportivo seja a Reebok ou a Perusso, se as vendas ficarão cingidas as lojas do INTER, internet e lojas de material esportivo onde haja forte colônia de gaúchos.

Outra coisa que chama a atenção é que foi anunciado que poderia haver uma reciprocidade no comércio de produtos dos clubes, ou seja, na loja do INTER venderíamos material esportivo dos parceiros e eles venderiam nosso material em suas lojas, colaborando assim com a possibilidade de venda em outros continentes.

É curiosa essa idéia quando se pensa na quase impossibilidade de sua execução, uma vez que a loja do INTER (localizada no estádio Beira-Rio) pertence a Reebok, eles tem a propriedade da loja e lá só vendem seus produtos (se a Nike lançar uma chuteira do Damião ela não será vendida na loja do INTER no Beira-Rio). Levando-se em conta que os parceiros já anunciados tem a NIKE e a ADIDAS como fornecedor de seu material esportivo, fica difícil imaginar que a Reebok vai vender em loja sua produtos de uma marca rival, seria como imaginar o INTER permitir que a os painéis de publicidade do Beira-Rio tragam a marca de times de segunda divisão como gfpa e corinthians, ou seja, impossível de acontecer.

Alguns poderão argumentar que essa parceria se dará nas lojas virtuais, havendo apenas uma facilitação na logística. Ora, como os sócios sabem o site LOJADOINTER agora pertence ao grupo COMPRAFACIL.COM e não há cláusula no contrato que os obrigue a vender determinados produtos, não podendo a gestão impor essa venda. Haverá então uma negociação direta com as fabricantes de material esportivo, sem que o INTER possa ser determinante nessa transação comercial (aliás pelo site do INTER já é possível comprar camisetas de outros times com 10% de desconto para os sócios).

Mas esses exemplos talvez sirvam para que os atuais dirigentes reflitam sobre a terceirização da exploração do negócio envolvendo a marca do INTER (seja a loja real e virtual, seja o estádio ou como já se anuncia o gigantinho).

Quanto a parceria em si, tenho a nítida impressão de que se trata de um factóide, onde se superdimensionou uma mera carta de intenções, cujos resultados práticos são incertos (me arrisco a dizer que serão insípidos, incolores e inodoros), talvez para desviar a atenção do futebol, em um momento em que nosso time tem resultados muito aquém do que espera para um clube com a grandeza do INTERNACIONAL, em uma competição tão importante quanto o campeonato brasileiro.

André Flores
sou MAIS INTER