Mostrando postagens com marcador mais inter. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador mais inter. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

POR MAIS ESTA TAÇA

Torcida esta acostumada a decisões


Esta noite o COLORADO tem mais uma decisão INTERNACIONAL e nós do MAIS INTER estamos torcendo por mais esta taça. A torcida esta mobilizada (haverá ruas de fogo, união das Torcidas Organizadas na arquibancada, todos ingressos estão vendidos, etc..), e todos os elementos de uma grande decisão estão presentes.

A torcida é a razão de ser de um clube, pois os torcedores não trocam de preferência, não abandonam sua paixão e é pela torcida que devem jogar os atletas. Esta noite o INTER já confirmou a escalação, com dois meias como pedia a torcida sem ser ouvida pelo treinador interino.

Nós do MAIS INTER, antes de grupo político, conselheiros, ou até mesmo sócios, somos COLORADOS FANÁTICOS que acompanham o INTER em todos os momentos e não vai ser diferente esta noite.

Vamos todos juntos torcer por MAIS ESTA TAÇA, cantando e apoiando o nosso COLORADO pois uma coisa é certa, sempre estamos, junto com os demais torcedores apoiando o INTER e NADA VAI NOS SEPARAR.

sou MAIS INTER

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AS SEMELHANÇAS ENTRE A RODOVIÁRIA E O BEIRA-RIO

Vista aérea do BEIRA-RIO e da Rodoviária



Olhando esta foto, é possível notar que o prédio da Rodoviária de Porto Alegre e o Beira-Rio tem algumas semelhanças.

1ª Os dois são arredondados;

2ª Os dois tem um amplo espaço vazio no centro;

3ª Os dois tem um grande rodízio entre seus profissionais, a rodoviária os motoristas de ônibus e o beira-rio, seus dirigentes: Aod Cunha, Celso Roth, Falcão, Osmar Lóss, Dorival Jr., Roberto Siegmann, Luis Anápio, Chumbinho, Fernandão.

Epa, pera lá, a terceira semelhança deve ser exclusividade da Rodoviária, pois afinal quando maior a rotatividade na rodoviária maior o resultado. Já no beira-rio, quanto maior a rotatividade de seus profissionais menor o resultado.

Suspeito que dadas as semelhanças físicas entre a rodoviária e o beira-rio, o Presidente Luigi, pense que os dois devem ser administrados da mesma forma. Nunca li em nenhum compêndio de administração que o tempo de vida útil de um profissional em uma empresa deve ser de no máximo três meses. Bom, posso não ter lido os livros certos.

A propósito do item treinadores, o de maior rotatividade, é bom lembrar que foi o Presidente Luigi quem nos apresentou o Galo, o Osmar Lóss – inclusive fomos ameaçados, veladamente, com sua efetivação. Concedeu ao Roth um aumento de 40% por ter tomado apenas 2 do Mazembe. Aliás, sempre me intrigou esse episódio, mas recentemente entendi a linha de raciocínio do Presidente Luigi, quando li que a única vez que se dirigiu ao Falcão, foi na véspera do greNAL no Olímpico, quando lhe teria pedido: “para jogar fechadinho, porque não queria tomar uma goleada do Grêmio”, aí caiu a ficha!
Presidente, não se engane, as semelhanças entre a rodoviária e o beira-rio são apenas físicas.

Claudio Borba
sou MAIS INTER

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

NOVO TÉCNICO DEVE SER FRUTO DE CONVICÇÃO

Passados 25 dias sem treinado, a torcida ainda não conhece as convicções do Vice de Futebol

Postado originalmente as 10:30 e editado as 13:40 (devido ao anúncio oficial de que é Dorival Junior o novo treinador COLORADO)

O INTER estava ha 25 dias sem treinador, sem alguém para comandar o elenco, e nesse período tivemos os jogos da Copa Audi, jogos do Campeonato Brasileiro e a primeira partida da decisão da Recopla.


Ora, se nossas pretensões eram ganhar esses três campeonatos (a torcida tenho certeza queria as três taças, já os dirigentes não tenho certeza) ficar tanto tempo sem técnico é uma demonstração de uma absoluta falta de PLANEJAMENTO e CONVICÇÃO.

Não vou nem voltar no assunto da renovação com Celso Roth depois do jogo com o mazembe, pois não conheço um COLORADO sequer que concordasse com isso, mas depois da saída do Roth e a contratação do Falcão penso que deveria finalmente aparecer as convicções desta direção.

A própria demissão do Falcão, embora eu não concorde com ela, foi um gesto assertivo do presidente Luigi, ocorre que desde a demissão do treinador o futebol COLORADO é errante. Não temos nada definido e lá se vão quase um mês e não é apenas o fato de não termos um técnico, é que além disso não temos um esquema tático definido, não temos comando no vestiário e não temos sequer um time titular.

Se a Direção tinha a convicção de que era hora de trocar o treinador deveria ter feito já pensando em quem viria para o seu lugar, pois da forma como foi feita o maior prejudicado foi o próprio time, que sem técnico está a mercê de sua própria sorte.

A falta de convicção fica ainda mais evidente quando vemos os jovens sendo lançados e torrados, assim como já tinha acontecido com João Paulo, Delatorre que chegou a ser titular domingo na quarta-feira ficou de fora até mesmo do banco de reservas, no ataque começamos com Jô, que se dizia não ter condições físicas mas jogou 70 minutos, e entrou Marquinhos que não vinha jogando por ser reserva no avai.

É urgente que haja treinador, que este estruture o time, que defina o esquema tático, que determine a escalação, pois do contrário podemos dar adeus a disputa do Campeonato Brasileiro, ou ainda pior, sequer conseguiremos classificação para a Libertadores.

Torcemos para que Dorvila Jr., anunciado hoje, de ao time uma forma de jogar, que se preocupe com o lançamento dos jovens valors, mas que sobretudo promova as mudança que o time precisa.

Neste Campeonato Brasileiro o lugar do INTER é o topo da tabela, temos que lutar pelo título, na pior das hipóteses por uma vaga na Libertadores, um clube com 100 mil sócios e 6 milhões de folha de pagamente tem que estar no topo da tabela.


Agora que foi definido o treinadro é preciso que a Direção faça uma avaliação do epísódio, pois passado tanto tempo para que houvesse essa definição ficou evidente que não houve PLANEJAMENTO na hora da troca e o que mais me preocupa é que não há CONVICÇÃO de que o novo treinador vai arrumar a casa.


André Flores
Coordenado do MAIS INTER
Sócio do INTER

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PARA ONDE LEVARÃO NOSSO CLUBE? PARA O INFERNO QUE NÃO, PORQUE NÃO DEIXAREMOS!


Os últimos acontecimentos na esfera do futebol dentro do SPORT CLUB INTERNACIONAL foram, no mínimo, perturbadores e extremamente preocupantes.

Ouvimos o Falcão, ao ser demitido, dizer que: “Acho que o torcedor do Inter tem que estar muito atento com as coisas que estão sendo feitas no Inter, a maneira como estão sendo feitas, porque o Inter é do torcedor."

E ouvimos o Siegmann dizer que: “Não me acomodo a estruturas, quando vejo que a estrutura está inadequada, obsoleta.”

Declarações como estas, especialmente a vinda de um ídolo inconteste do clube, fazem acender a luz amarela e revelam que muita coisa está sendo feita de forma equivocada na direção do clube.

Vimos o Falcão ser praticamente “expulso” do INTER, com apenas 03 meses de trabalho, tendo sido campeão Gaúcho sobre o arqui-rival, no estádio deste.

No entanto, permanecemos sem técnico.

Agora vemos o Fernandão, outro ídolo incontestável do clube, ser nomeado gerente de futebol, quando, na verdade, ainda é jogador e, confessadamente, não possui qualquer experiência no comando do futebol fora de campo.

E tudo isto, lamentavelmente, está a se refletir no time dentro de campo, como não poderia ser diferente.

Afinal, o que se passa? Qual a razão de tantos equívocos, senão incompetência?

Para onde estas pessoas que estão na direção do INTERNACIONAL levarão nosso clube? Para o inferno que não, porque nós, da torcida, não deixaremos.

A torcida precisa estar atenta e reagir.

A resposta deve ser dada nas urnas, nas próximas eleições.

JOSÉ RICARDO BRASIL
Sócio COLORADO
Integrante do movimento MAISINTER

terça-feira, 2 de agosto de 2011

SOBRE CONVICÇÕES NO FUTEBOL COLORADO

Quais as convicções de Luigi?


No último final de semana, talvez em razão do clima que recomendava o recolhimento, passei várias horas assistindo aos jogos da rodada do brasileirão e a programas esportivos. Em uma dessas transmissões ouvi uma entrevista que me preocupou. Não apenas preocupou. Fez a todos os colorados colocarem as barbas de molho.

Nesta entrevista, dada por um novo dirigente do futebol colorado, senhor Cuca Lima, os problemas que assolam o futebol colorado ficaram claros.

Primeiro porque revelou a absoluta falta de convicção da diretoria do Inter a respeito das coisas do futebol. Isso porque, por um lado, afirmou este diretor que não há mais negociações em andamento com qualquer técnico para fins de contratação. E de outro, também informou que não há nenhuma definição a respeito de uma possível permanência de Osmar Loss no comando técnico da equipe. Ou seja, somente incertezas assombram o Beira-Rio.

Aliás, não somente incertezas, pois algumas coisas estão ficando claras. A incapacidade da atual diretoria de dar rumo ao futebol do Clube é uma delas. A completa divergência de pensamentos sobre como seguir adiante, outra.

E o próprio time já está refletindo essa indefinição no seu futebol, pois os jogadores refletem em grande parte a insegurança da orientação que recebem e a falta de convicção com que convivem no dia a dia.

Mas o que está faltando no futebol do Inter?

Não tenho dúvida alguma em responder: projeto, convicção e unidade de pensamento de seus dirigentes.

Um grupo político, antes de assumir um clube de futebol como o Inter, precisa ter um projeto definido para o Departamento de Futebol. É necessário ter convicções sobre se é melhor contratar um técnico novo, ou um treinador mais experimentado. Se se vai formar uma equipe mais ou menos experiente. Que tipo de atletas queremos. Como orientar as categorias de base, enfim, tudo o que não se vê hoje no Internacional.

O MaisInter tem projeto e idéias muito claras a respeito do futebol. Técnico precisa ser experiente. Ter alcançado títulos importantes, ter liderança, caráter e conduta profissional e privada que seja exemplo aos atletas. Mas deve ser vitorioso e estar vitorioso. Não é aceitável que se espere a demissão de um treinador por péssimos resultados em outros clubes e então se o traga para o Inter. Treinador precisa ser vencedor para estar no Inter!

A equipe precisa ser jovem, com jogadores de força e habilidade. E a estes jovens agregar alguns mais experientes, para que se tenha o equilíbrio desejado. Mas estes “experientes” devem ser poucos, de modo que não comprometam a vitalidade e a entrega da equipe. Não se deve repatriar jogadores que não tenham mais a ambição de retornar à Europa, o sonho de todo o jogador. Porque o Inter não é lugar para se encerrar carreira.

Sobre tudo isso o MAIS INTER tem unidade de pensamento, e quando chegar sua vez de dirigir o Internacional, saberá honrar a confiança dos nossos associados.

Carlos Rafael dos Santos Junior
Conselheiro do INTER
membro do Movimento MAIS INTER

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

MESMICE COLORADA

Wilson Mathias voltou ao time com Osmar Loss


Como torcedor Colorado e Conselheiro de nosso Glorioso S. C INTERNACIONAL quero falar um pouco dos modelos de técnicos nas quais estamos submetidos !

Nos últimos tempos o COLORADO não tem conseguido jogar como a torcida espera devido ao modelo de técnico a que estamos submetidos . O mais inacreditável é que nenhum dos últimos treinadores, com exceção do Falcão (que não teve tempo suficiente para implantar o seu modelo) e o Abel Braga, todos os técnicos que passaram pelo Beira Rio foram muito medrosos, que preferiam não perder do que ganhar um jogo. É fácil lembrar de situações assim com o Tite, Galo, Celso Roth, Julinho Camargo (ajudante do Falcão) e até mesmo agora com Osmar Loss .

As melhores equipes que o INTER já formou, as mais vitoriosas, cujo futebol encantava o torcedor jogava sempre ousando, com técnica, mas agressivo, jogando para cima dos adversários. São muitos os exemplos, seja o Rolo Compressor, seja a Equipe de Mineli dos anos 70 ou ainda o Super INTER do Abel, todas elas tinham o estilo de jogo que a torcida do INTER espera do nosso time.

Este perfil de treinadores covardes, que enchem o time de volantes, mesmo contra adversários fracos, não serve para liderar nosso time, não é o perfil de técnico que o torcedor COLORADO quer! O pior é que estes treinadores e suas convicções pouco audaciosas contam com o respaldo do ex-presidente Fernando Carvalho.

Na Copa Audi, por exemplo, em que não havia compromisso competitivo, no momento em que foram colocados os jovens, faltando quinze minutos, perdendo ambos os jogos, foi quando empatamos e levamos a decisão para os penaltis . No jogo diante do Milan ficou ainda mais evidente que o time rende mais quando não está tão preso a concepção defensiva.

Ontem no jogo contra o Goianense, começamos o jogo com três volantes (novamente insistindo no “espetacular” Wilson Mathias) e quando faltavam vinte minutos entrou Lucas Róggia, e já melhorou a movimentação, mas somente 43 minutos entrou João Paulo (destaque nos jogos da Alemanha), ou seja, o medo de perder era muito maior do que a ambição de vencer!

Converso com vários COLORADOS, e o sentimento é o mesmo, de que a administração de futebol que não nos levará a ponta de cima da tabela, não conseguimos nos aproximar do líder pois o time em campo não tem a ousadia que a torcida espera do nosso COLORADO.

A classificação para a Sulamericana é um prêmio de consolação muito pequeno, ainda mais para um clube como o nosso que tem uma folha salarial de R$ 6 milhões e mais de 100 mil sócios, a torcida COLORADA quer uma América TRIVERMELHA e para isso precisamos que nosso time renda tudo que se espera dele ainda esse ano, não podemos esperar que apareça algum jogador iluminado e sim uma direção de futebol, incluindo o treinador, com melhores ambições !


Geraldo Almeida
Conselheiro do INTER
Integrante do MAIS INTER

quinta-feira, 28 de julho de 2011

FILOSOFIA DE FUTEBOL

O INTER teve muita dificuldade de conter o toque de bola do barcelona




Escrevo esse texto logo após o nosso jogo contra o Barcelona onde tivemos a oportunidade de ver um futebol produtivo e de toques objetivos do nosso adversário, mesmo com jogadores reservas eles tiveram 70% de posse de bola no 1º tempo. (Veja AQUI e AQUI o que disse Tinga)


Há muitos anos acompanho o Inter e observo que os profissionais e dirigentes falam que esta filosofia de futebol é praticada desde as categorias de base.

Mas seria isto, verdade ?

Seria possível esta prática se o nosso clube troca treinadores com tanta freqüência?
Sou sempre indagado por torcedores e amigos que me perguntam quais as funções dos diversos profissionais que compõe a comissão técnica.

Sabemos que os médicos, preparadores físicos, fisioterapeutas tem suas funções claras e bem definidas. Mas o treinador só vem para escalar e definir uma tática a cada jogo ? E o treinador de goleiros, só treina os profissionais ? E os outros auxiliares do técnico o que fazem?

Entre suas funções não seria de treinar fundamentos? E em todos os jogos o que vemos é o Nei cruzar torto e o Ginazu não saber chutar, entre outros exemplos. Não se trata de crucificar este ou aquele atleta, meu ponto é como pode um time profissional erras coisas tão fundamentais como cobranças de escanteio, cruzamentos ou chutes a gol.

Observamos as categorias de base conquistando títulos a toda hora, mas quando necessitamos laterais, direito e esquerdo, temos que contratar a peso de ouro, jogadores que nem sempre dão a resposta esperada.

Muitas vezes temos o jogador e o técnico dos profissionais não utiliza, não sei se por não conhecer ou porque o atleta que foi contratado com parceria de empresário, mas é fato que não temos utilizados nossas categorias de base para fornecer laterais ou volantes ao time.

Outro exemplo é o Muriel, estava esperando oportunidade por pelo menos 2 anos e nossos técnicos insistindo com Lauro e Renan que vinham falhando constantemente.

O movimento MAIS INTER, em sua “Carta Aberta aos Associados do Inter” recentemente enviada, já manifestou seu descontentamento com o descontrole administrativo verificado no Clube, evidenciando a falta de convicção e de unidade dos dirigentes, visível em todas as áreas e agora também no futebol profissional.

Neste confronto com o Barcelona, pudemos ter mais uma comprovação desta afirmação e ainda lamentamos que os dirigentes ficaram felizes com o resultado no jogo e só insatisfeitos com os pênaltis. Nem se preocuparam com o passeio que nosso time levou no 1º tempo. Só lembraram do poder de reação depois de estar perdendo duas vezes.

Esperamos que a direção encontre um rumo onde possa instituir uma filosofia de futebol, que o time jogue da mesma forma competitiva desde as categoria de base até os profissionais, que possa nos dar condições de ter algo parecido com estes grandes clubes do futebol mundial. Ainda bem que um clube grande com o INTER tem oportunidade de aprender com os maiores do mundo, bem diferente da situação de clubes menores de nossa cidade.

Para encerrar, lembramos que também no futebol a palavra “PLANEJAMENTO” é chave para o sucesso. Não devemos contratar novo técnico para “apagar incêndio” e sim para ser o profissional que deva liderar um projeto desta natureza.

LUIZ FERNANDO KÜHN
Conselheiro do INTER
Integrante MAIS INTER

terça-feira, 26 de julho de 2011

ADMINISTRAR BEM É PRECISO

Gestão é sinônimo de administração.

Gerir tem haver com controle e ações propostas, envolvendo uma serie de fatores como pessoas, serviços, produtos e clientes no caso do futebol, torcedores e associados.

Entendo que na atual gestão do SPORT CLUB INTERNACIONAl o Presidente Giovanni Luigi não vem conseguindo controlar com eficácia esses fatores e tão pouco vem conseguindo cumprir seus compromissos prometidos em campanha eleitoral , compromissos esses como profissionalismo na administração e um futebol vitorioso e competitivo, por isso venho a escrever esse texto.

Não tenho a pretensão de trazer todas as soluções, mas pelo menos alertar o maior patrimônio do nosso amado clube, que somos nos, os torcedores. Pois é muito preocupante ver uma administração cometendo tantos erros primários.

Para não ser chamado de corneteiro e secador, adjetivos dado pela atual gestão, a pessoas que divergem de suas filosofias de trabalho, eis abaixo alguns erros administrativos.

Gestão de pessoas: Basta ouvir a entrevista do ex-vice de futebol, Roberto Siegmann, falando que desde do seu nascimento suas idéias divergem com a do presidente Giovanni Luigi. A pergunta que fica no ar, como eles formaram essa parceria? Pensa que é pouco? Basta ouvir a entrevista do ex-técnico e eterno ídolo Paulo Roberto Falcão, declarando nunca ter havido apoio do seu presidente. Com tudo isso, fica muito claro para mim que gestão de pessoas era coisa que nunca houve nessa administração.

Serviços: Um clube que gasta aproximadamente 6 milhões mensais em sua folha salarial, não pode na décima rodada do brasileiro ter apenas pretensões de classificar-se para libertadores ou a uma taça sulamericana, ser eliminado na libertadores dentro da sua casa por um clube que gasta aproximadamente 1/6 da nossa folha salarial.
Sabemos que não podemos exigir 100% vitórias e conquistas, até por que sabemos que humanamente impossível, mas exigimos sim um time competitivo que chegue com força e chance de ser campeão em todas as competições que participe, e isso não está acontecendo.

Clientes: Erros administrativos no futebol só trazem prejuízos, nossa maior fonte de receita atual são nossos associados e com esses erros o numero de associados deixa de aumentar e pior, acabam afastando os atuais sócios que se sacrificam mensalmente para ajudar nosso clube.

Produtos: O Inter é muito grande e possui uma torcida maravilhosa, pois então sabemos que nunca vai deixar de vender camisas, abrigos, bonés etc...Mas também sabemos que mau gerido, pode acarreta prejuízo, pois deixamos de vender muito mais produtos.

Com tudo isso quem perde é a marca SPORT CLUB INTERNACIONAL, pois ela acaba perdendo força e espaço.

O MAIS INTER espera que os rumos da gestão sejam corrigidos, seguiremos atentos cobrando mais seriedade e profissionalismo na gestão do nosso clube, pois o INTER é muito grande, tem o maior número de sócio de todas as Américas e seu lugar e no topo de todas as competições que disputar

Lucio Costa
Sócio e integrante do MAIS INTER

terça-feira, 12 de julho de 2011

A DEMOCRACIA COLORADA – III (A Cláusula de barreira)

Apuração das eleições, o INTER é referência em Democracia para todos clubes do Brasil


Estamos voltando ao assunto. Até porque, Democracia nunca é demais (ja tratamos do processo eleitoral AQUI e AQUI).

Nosso “foco” hoje é a cláusula de barreira. O que vem a ser, afinal?

As eleições para o Conselho Deliberativo do Clube estão centradas no princípio da proporcionalidade. O Conselho Deliberativo é composto de 300 Conselheiros, eleitos assim: de dois em anos, 150 Conselheiros, para um mandato de quatro anos.

O critério das eleições é o da proporção. Assim, do total de inscritos numa chapa serão eleitos, pela ordem de inscrição, na proporção de votos obtidos por sua chapa na eleição. Exemplo: uma chapa que obtiver na eleição 30% dos votos válidos elegerá os seus primeiros 45 inscritos, já que o total de vagas a preencher, por eleição, é 150. Poder-se-ia imaginar, então, já que o princípio é o da proporção, que uma chapa que obtivesse 8% (oito por cento) elegeria os seus primeiros 12 candidatos inscritos. Entretanto não é assim.

Lamentavelmente, o art. 15, § 2º, III, dos Estatutos Sociais do Inter, fixa em quinze cento (15%) do total dos votos válidos, o percentual mínimo a ser alcançado pelas chapas disputantes nas eleições para o referido Conselho. Então, aquela chapa que fez, imaginemos oito mil (8%) votos de um total de 100 mil votos, não terá representante porque não atingiu a cláusula de barreira de 15%. A vontade desses oito mil eleitores, então, irá para o ralo, para a vala comum, e serão destinados, em novos cálculos, proporcionalmente, às chapas que tiverem ultrapassado a cláusula de barreira.

Você acha justo, isso? Está na linha da chamada “Democracia Colorada”?
Nós, do MaisInter achamos que não. Brevemente, vamos explicar o porquê.

João Nascimento da Silva
Advogado
Integrante do MaisInter

terça-feira, 5 de julho de 2011

TER OU NÃO TER? EIS A QUESTÃO...

Damião ainda não demonstrou todos seus super-poderes, ainda não é momento de vende-lo



Uma pergunta se impõe: o que queremos para o INTERNACIONAL?


Queremos que seja protagonista do campeonato, ou apenas cumpra tabela?

Queremos que tenha um elenco forte com os melhores jogadores e busque a conquista de títulos, ou nos contentaremos que seja um time razoável, suficiente, apenas, para não fazer feio no campeonato?

Sou da opinião de que os bons jogadores, especialmente aqueles criados dentro do clube, não devem ser vendidos até que tenham prestado contribuição suficiente ao time em contrapartida ao investimento aplicado na sua formação.

Vejam o exemplo do Pato, que foi vendido sem ter jogado um GRENAL sequer. E o valor obtido pelo clube na ocasião não serviu para resolver muita coisa, já que o INTERNACIONAL continuou e continua endividado.

Assim como Pato, muitos outros podem ser citados, Nilmar, Daniel Carvalho, Diogo Rincón, Fábio Rochenback, Lúcio, Alex, Giuliano, Luiz Adriano, etc. Outro exemplo bem atual, o Cavenaghi que jogou muito pouco e já está sendo vendido. Ora, se era para essa finalidade, por que foi contratado? Onde está o planejamento que leva um time a ser campeão? E os jogadores que foram contratados e praticamente não vestiram a camiseta do clube, como Bustos, Eduardo Hidalgo, Marinho, Bolaños, Renato?

Sei da máxima de que “não se faz futebol sem dívida“, mas não entendo o porquê de o clube contratar jogadores além da necessidade do time. Ou de vender um jogador que vai bem, essencial à equipe, para depois ter que buscar no mercado um substituto, a peso de ouro, cuja ‘performance’ não sabemos se será à altura daquele que saiu.

Felizmente, no caso do Leandro Damião, seu contrato foi renovado.

Enfim, o INTER não pode servir a interesses outros que não ao seu, que é o de formar um time forte e sempre vencedor. Esta deve ser a cláusula pétrea do clube.

A venda e contratação de jogadores sem critérios claros e suficientes a justificar a operação, acaba com tal perspectiva.

Sabidamente, o INTERNACIONAL conta com mais de 50 jogadores no elenco principal, recebendo altos salários, muitos sem condições de fardar a camiseta do nosso querido clube.

Afinal, a quem servem estas negociações extravagantes? Ao INTER que não!

E nós, mais de 100.000 sócios, vamos deixar que esta prática continue?

Queremos ter ou não ter um time Campeão???

JOSÉ RICARDO BRASIL
Sócio
Integrante do movimento MAISINTER

segunda-feira, 4 de julho de 2011

A DEMOCRACIA COLORADA - II

Eleições mobilizam os sócios, mas o sistema precisa ser aperfeiçoado

Há poucos dias escrevi, AQUI, uma pequena reflexão sobre as imensas dificuldades de um Associado Coloradodisputar as eleições majoritárias do Clube. Disse, em síntese, que sómente os que tenham exercido mandato no Con...selho Deliberativo é que podem ensaiar-se à essas disputas e, ainda assim, só depois de conseguir ao redor de 85 votos na primeira eleição, no Conselho, que seleciona os dois mais votados, a partir dessa mínima votação.

Agora, chegar ao Conselho Deliberativo do Clube é impensável a qualquer associado que não integre um dos Grupos de opinião que vivenciam o Clube.
O atual sistema de eleição ao Conselho Deliberativo está posto para perpetuar no Poder o Grupo que atualmentel dirigie o Inter. Não é à toa, que o Grupo de Mandatários, hoje dividido, alimentava um projeto para nada menos do que 20 anos. Era fácil saber quem seria o sucessor de Pífero. Por óbvio, o seu vice-presidente. Entretando, disputas internas fracionaram o então Grupo hegemônico. Restaram numa linha de oposição complacente o próprio Pífero e seus Vice-Presidentes. E a liderança de quem englobou como sua, com exclusividade, todas as lutas do Clube, desde a sua fundação, passando pelo Gigante, pelo Campeonato Nacional invicto, fez de Giovani Luigi o seu candidato. E venceu. Largamente. Vencer não lhe foi difícil.

A dificuldade está em administrar o Inter, com os olhos postos no futuro. Modernamente, com mecanismos rígidos de controle dos gastos e com indispensável eficência. Quando falo em mecanismos de controle de gastos estou a pensar nessa verdadeira "farra de contratações" (com o dinheiro do associado) de atletas que sequer chegam jogar 4 ou 5 partidas, por suas qualidades duvidosas.

Houve até um que de tão "espetacular" parecia, pelos ditos, ultrapassar as qualidades do Rei eterno, Pelé. Chegou-se a um número tão grande de "novos contratados", que, juntamente com os da casa, dava para disputar no mínimo 5 campeonatos simultâneos.Sem chegar em nenhum, é claro. Essa política perdulária, que mais parece servir a "empresários do esporte" do que ao Clube, deve merecer uma forte reflexão dentro do Conselho Deliberativo.

Nosso Grupo MAIS INTER comprometido com idéias estratégicas de desenvolvimento, com apenas 7 Conselheiros, tem feito a sua parte. Votamos contra o último balanço porque há despesas elevadíssimas sem comprovação convincente.

É preciso transparência. Clareza. Sincederidade.

Não duvidamos da integridade moral de ninguém e de nenhum de nossos dirigentes ou ex-dirigentes. Temos-lhes respeito e apreço. Mas isso não é salvo-conduto para isentar as administrações de uma postura crítica, respeitosa, firme e condundente, se preciso for.

É no Conselho Deliberativo, onde é quase impensável chegar, que este debate deve ser travado.

Na próxima, voltarei a falar sobre a necessidade de eliminar a cláusula de barreira para às eleições ao Conselho, ou seja, chegar á Democracia efetiva, verdadeira, participativa, que todos queremos.

Enquanto isto, vamos curtir as últimas apresentações do nosso time, que nos encheu de alegria.

João Nascimento da Silva
Integrante do MAIS INTER
Advogado
Sócio do S. C. Internacional
Campeão Mundial Oficial FIFA.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

CARTA ABERTA AO PRESIDENTE GIOVANNI LUIGI


Prezado Sr.
Presidente Giovanni Luigi.


O Movimento Mais Inter, independente de representação perante o Conselho de Ética, através de seus Conselheiros e demais integrantes e ainda em nome de 1348 sócios cadastrados em seu grupo, e de todos os demais sócios e torcedores que lhe apóiam, em especial solidariedade ao grupo União Colorada, encarece a V.Sa., que na condição de autoridade maior do Sport Club Internacional adote medida administrativa, inadiável e salutar de afastar do Cargo de Vice de Futebol, o Sr. Roberto Siegmann ( com dois enes, pois um é pouco).

Referida reivindicação, prende-se ao fato, desse cidadão não atender as exigências mínimas da função, que a rigor ainda não exerceu, sendo que nas ocasiões que tentou, o fez de forma muito infeliz. Acresça-se ainda, o teor e tom agressivos de suas reiteradas manifestações, cujo único resultado é conturbar o ambiente do clube, do vestiário à arquibancada.

Pelos excessos em seus pronunciamentos, lhe foi imposta pela Federação Gaúcha uma suspensão de 35 dias, que ressalvada discussão legal, não logrou lhe impedir que prosseguisse vociferando no mesmo diapasão.

O "gran ¨finale"não tardou a se consumar. Em recente e desastrada entrevista, tachou colorados da oposicão como "secadores"¨, em particular os derrotados na recente eleição, contingente esse, de ilustres colorados, de brilhante e notória contribuição no crescimento do Internacional, em diversas áreas, especialmente no patrimônio, nas pessoas do então candidato Pedro Afatato e seu assessor Emídio Ferreira.

Sr. Presidente, diante desses fatos elencados, em prol da pacificação do clube e para que o treinador Paulo Roberto Falcão consiga tranquilidade para trabalhar, urge a correção do evidente erro, determinando por conseguinte, o afastamento do Vice de Futebol, que se transformou numa usina de crises.

Por derradeiro, Sr.Presidente Giovanni (também com dois enes), um alerta. Com a conquista do mundial as exigências aumentaram, e com elas, as responsabilidades. Portanto, não são mais admissíveis destemperos e erros de várzea no Departamento de Futebol. Basta! Basta de amadorismo.Ninguém merece isso. Aja como Presidente que é, de todos os colorados.

Cordiais cumprimentos.

Movimento MAIS INTER

quarta-feira, 29 de junho de 2011

ESPÍRITO COLETIVO DE JOGAR E DIRIGIR DO BARCELONA

Não é fácil vencer o Barcelona, o clube é um exemplo para o mundo inteiro

Ultimamente o Barcelona FC tem sido uma unanimidade, e por certo haveremos de concordar que esse exemplo de time se impõe e é respeitado pelos seus adversários como se viu no reconhecimento do técnico do Manchester United, Alex Ferguson, ao final da Copa dos Campeões da Europa deste ano. No entanto, para esse reconhecimento, não existe apenas uma resposta, mas inúmeras justificativas ao sucesso do Barcelona.


À primeira vista, observamos que a base do time joga de modo coletivo e harmônico, as peças são repostas com a mesma qualidade, de modo que o conjunto atua numa mesma dinâmica, evitando faltas desnecessárias, e, também é claro, com a decisiva colaboração de atletas com a envergadura de Messi, David Villa, Xavi, o maestro Iniesta, dentre outros.

Todavia, o que mais chama a atenção na estrutura do Barcelona são as categorias de base, pois sabidamente, desde ali se adota uma forma coletiva de jogar, de tal forma que quando algum dos seus atletas ascende de categoria, e nesse passo, chegando ao grupo principal, tem a consciência do papel que irá desempenhar, privilegiando o coletivo, colocando-se a serviço do bom futebol, na busca de vitórias e conquistas.

Em que pese as categorias de base do nosso colorado terem revelado craques que despontam mundo afora, o Barcelona nos ensina que é possível melhorar.

E, assim como é possível melhorar, é possível também apostar como faz o Santos que “botou pra jogar” moleques como Robinho e Neymar com 16 anos de idade no time titular daquele clube.

Porém, nunca é demais repetir que não será a existência de um ou mais jogador tido como excepcional que vai resolver tudo em campo, mas o sentido irmanado de jogar, pois um time, uma verdadeira equipe, se faz com a certeza de um atuar coletivo, e que mesmo saindo de campo um dos onze, por melhor que seja, não quebrará o conjunto, porque há uma filosofia de jogo, há uma dinâmica de atuação em campo, há uma escola de pensamento para frente e para vencer, e não se privilegia nomes em favor de interesses ou de teimosias em face de uma escalação do momento, mas sempre com a idéia firme no enfrentar o adversário, significando vontade e luta até o fim.

O momento é de pensar sobre a importância do coletivo e não somente em relação ao time, mas também em relação ao clube, e, isso só vai ocorrer, mudando a mentalidade na forma de dirigir o futebol.

Para tanto, é imprescindível um engajamenbo voltado exclusivamente à política do clube, porque o exercício da atividade de dirigir um clube, somente deve ser exercida por dirigentes que pensem exclusivamente no seu clube, jamais se aliando ou privilegiando outros interesses.. O Sport Club INTERNACIONAL e nenhum clube que queira crescer com vitórias e no conceito de seus torcedores, não pode jamais permitir que seu nome e sua estrutura possam servir de trampolim, meio de promoção e busca de fama e, jamais admitindo que objetivos pessoais e arrogância se sobreponham ao ideal maior de solidez e vitórias.

Espírito de coletividade, numa atuação conjunta, sintonizada, não somente da equipe, mas também dos seus dirigentes, é o que o Internacional precisa para buscar novamente uma senda de vitórias aqui e em plagas mais distantes, reafirmando e relembrando os seus feitos relevantes.

Jasson Ayres Torres
Integrante do MAIS INTER
Sócio do Internacional

terça-feira, 28 de junho de 2011

REUNIÃO DO CONSELHO DELIBERATIVO



O Movimento MAIS INTER como forma de prestação de contas do mandatos de nossos Conselheiros, vai sempre fazer uma breve exposição daquilo que foi discutido e aprovado nas reuniões do Conselho Deliberativo. Temos como objetivo dar uma maior divulgação do trabalho de nossos Conselheiro e ainda manter informado os sócios sobre o que se discute no âmbito do clube.

Ontem o Conselho Deliberativo reuniu-se para apreciar a proposta orçamentária do INTER ainda para o exercício de 2011 e para uma exposição da atual situação financeira do clube. É incrível e você não leu errado, somente agora, quase no mês de julho o Conselho esta apreciando o orçamento do ano que já decorreu .

Essa, inclusive, foi uma crítica recorrente entre os conselheiros, pois o estatuto previa que esta apreciação fosse feita ainda no ano passado, mas o atual grupo diretivo não conseguiu cumprir o prazo estatutário, mesmo gastando centenas de milhares de reais em assessorias e consultorias.

Para quem nunca foi a uma dessas reuniões, explicamos que, os valores não são exatos, e que apenas refletem a expectativa da direção em relação o ano, seja com base nos dados dos anos anteriores, seja como base no que se sabe dos bastidores do clube.

Diante disso alguns números chamaram a nossa atenção na exposição feita pelo consultor contratado pela presidência. O primeiro foi a expectativa de faturar 3 milhões em premiação do Brasileirão, que, segundo palavras do próprio consultor, equivale a ficar nas proximidades da zona da Libertadores (o campeão fatura 8 milhões por exemplo) , da para se perceber que a expectativa dos atuais dirigentes não prevê o INTER como um dos primeiros do Campeonato Brasileiro.

Nós do MAIS INTER acreditamos que o grupo do INTER, seja pelo seu custo, seja pela sua qualidade deve por obrigação estar na ponta de cima da tabela, lutando pelo título e na pior das hipóteses ficando na zona da Libertadores, o INTER tem time, salário, estrutura para isso, não entendemos o porque de tanto pessimismo na peça orgamentária.

Já no que se refere ao futebol, foi apresentado uma expectativa de faturar até o final do ano mais 22 milhões com a venda de atletas, o que significa que provavelmente ainda este ano um de nossos jovens valores sera vendidos, chegou a ser perguntado sobre uma eventual negociação do Oscar e do Damião, mas o presidente negou qualquer venda, mas a expectativa da direção não deixa dúvida de que pelo menos um deles será vendido antes do final do ano.

Há ainda uma expectativa no aumento da arrecadação com o aumento das mensalidades, algo em torno de 15% especula-se, o que ao nosso ver é errado, uma vez que há no clube um plano de Marketing para incrementar o quadro social. Ora se o quadro social vai ser aumentado, não há razão para que haja o aumento das mensalidades, deve sim haver uma campanha para aumentar a taxa de ocupação do estádio, fazendo com que o INTER arrecade mais com a bilheteria.

Outro dado que chamou a atenção foi que a Vice-Presidência de Marketing aumentou seu custo em quase 40 %, algo como 2 milhões a mais, e teve o faturamente aumentado, segundo explicação do presidente Luigi, por conta da expectativa de aumento do valor arrecadado com o patrocínio das camisetas. Ainda segundo o presidente Luigi, ele pessoalmente estaria conduzindo esta negociação, o que demonstra que esta Vice-Presidência esta gastando mais e faturando menos.

Ressaltamos apenas que sempre que houver a decisão do plenário do Conselho Deliberativo de que determinados assuntos devem permanecer em sigilo, tal decisão será respeitada pelo MAIS INTER, e sendo os demais assuntos tratados por nosso blog, dito isto vamos a reunião.

Estamos sempre abertos a sugestões e opiniões, pois este blog é um espaço de comunicação entre o Movimento MAIS INTER e o torcedor COLORADO.


MOVIMENTO MAIS INTER

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A ETERNA VOLTA DO EX-PRESIDENTE CARVALHO E DE JOGADORES QUE UM DIA DERAM CERTO

Sóbis é um dos jogadores que voltou e jogou o mesmo
que em sua primeira passagem




Estou para publicar este texto há alguns dias, mas para não parecer "corneta" esperei a vitória contra o figueirense para "colocar no ar", pois o objetivo é fazer uma reflexão sobre o INTER e não fazer pressão sobre os dirigentes.

É só aparecer uma crise no departamento de futebol, que as últimas direções do Clube pegam o “telefone vermelho” e chamam o Ex-Presidente Carvalho.
Quando o atual Presidente Luigi era o Vice de Futebol, foi atropelado pelo Ex-Presidente Carvalho, para salvar-nos do então treinador, Galo, e dele próprio, no futebol.

Aprendida esta experiência pelo atual Presidente, usa agora como remédio a ser adotado na atual Vice Presidência de Futebol e Comissão Técnica, caso não melhorem os resultados. (Noticiário da imprensa, que não tenho porque duvidar).
O que a mim preocupa é que para que o COLORADO tenha o futuro que todos almejamos, faz-se necessário o surgimento de novas lideranças, não apenas de novas caras amigas.

Importante se faz que ex-presidentes, principalmente por suas experiências, ocupem uma posição de destaque no aconselhamento dos rumos da entidade, muitas vezes atuando diretamente nas dificuldades, ocupando para o bem de todos os colorados, seus justos e merecidos lugares no Conselho Deliberativo, não apenas aconselhando a Direção do momento, como orientando os colegas conselheiros.
Corremos o risco de nos tornarmos um clube de um homem só, o que nos remete ao passado e pouco ao futuro, exatamente como nosso time.

Portanto, para a atual Diretoria vale a seguinte regra de ouro: “Em caso de crise chame-se o ex-presidente Carvalho e recontrate-se todos os jogadores que um dia deram certo", mas isso nem sempre deu certo.

Claudio Borba
Integrante do MAIS INTER

terça-feira, 21 de junho de 2011

Participe do MAIS INTER

O Internacional tem se notabilizado nacionalmente como um clube de futebol inovador tanto na sua administração quanto na política, pois desde o meio dos anos 90 o que o clube tem movimentos que se articulam em torno de idéias e buscam eleger seus representantes ao Conselho Deliberativo pelo voto dos associados.

Assim surgiu em 2003 o Movimento MAIS INTER, fundado por um grupo de amigos que que discordavam de alguns pontos da gestão do INTER, e da condução política adotada do Movimento Força Rubra da qual faziam parte.

Desde então concorremos em todas as eleições ao Conselho Deliberativo, em 2004 em conjunto com o INTER SEMPRE elegemos 17 conselheiros, e chegamos a eleger no coordenador da época, o Conselheiro Vecchio, vice-presidente do Conselho Deliberativo.

Na eleição ocorrida em dezembro de 2006, véspera do nosso maior título, alguns dias após a eleição nos sagramos Campeões do Mundo, entendemos que deveríamos concorrer com chapa própria e obtivemos a maior votação da nossa história, mas por faltar 12 votos para atingir a “cláusula de barreira” não conseguimos eleger nenhum conselheiro.

Ainda no ano de 2007 ingressamos com ação judicial que busca terminar com a cláusula de barreira nas eleições do Conselho Deliberativo do INTER, pois entendemos tal cláusula (que hoje é de 15%) dificulta a participação do associado no processo político do clube, beneficiando os grandes grupos já estabelecidos.

Já na eleição de 2008 apoiamos a chapa de Cláudio Bier para presidente e juntamente com os movimentos INTER 2000 e INTERAÇÃO buscamos apresentar ao sócio uma alternativa ao grupo que se mantinha na direção desde 2002. Nossa principal crítica ao grupo que dirige o INTER é a falta de transparência com que o FUTEBOL é conduzido.

Em 2010 apoiamos a chapa de Pedro Afatato para presidente, pois entendemos que aquele seria o melhor candidato para o momento que vivia o INTERNACIONAL.

Nosso grupo não é um grupo de “caciques” e sim um grupo de sócios, que busca ajudar a contribuir com o clube que amamos, aqui não há espaço para que as vaidades se sobreponham aos interesses do COLORADO.

Entendemos que é hora do oxigenar o Conselho Deliberativo e nossas principais bandeiras são a maior participação do associado, seja com ferramentas de acompanhamento da gestão, seja através de ouvidorias, o fim da cláusula de barreira para eleições do Conselho Deliberativo e maior transparência na gestão.

Nosso movimento é aberto a todos os associados, venha participar conosco, venha conversar sobre o COLORADO. nossas reuniões ocorrem às terças-feiras, neste ano quinzenalmente, e no ano de eleição semanalmente em local muito agradável onde normalmente organizamos uma janta após os trabalhos.

Em nosso movimento o importante é o desejo de participar e de ajudar o COLORADO a construir um futuro ainda mais glorioso, com a força e participação do associado


LUIZ FERNANDO KÜHN
Conselheiro do Internacional
Integrante do Mais Inter

quinta-feira, 16 de junho de 2011

PEGA NA MENTIRA


Siegmann divulgou a fotos do seu cachorro, discutiu no twitter, brigou com a imprensa, brigou dentro do Conselho Deliberativo e até ja renunciou a cargo de conselheiro, mas os resultado de campo ainda são muito fracos




Durante a campanha presidencial do Internacional, o Senhor Giovani Luigi, quando instado sobre o seu futuro Vice de Futebol, dava a entender que seria Fernando Carvalho, na contra-mão dos bastidores, que apontavam para o torcedor Roberto Siegmann.Aliás, indicado por Carvalho e endossado desde a primeira hora pelo Senhor Luigi.


A mentira constituía apenas um artifício eleitoreiro, montada na garupa do prestígio de Carvalho, visando caronear o Senhor Luigi à presidência. BINGO! Deu certo.


O Senhor Luigi passou a patrola, alcançando a meta, numa eleição avassaladora. Era o cavalo de tróia no Beira Rio, que culminou com grande frustração dos sócios, vez que do seu ventre foi industriado e confirmado o Vice de Futebol Roberto Siegmann.. Diga-se de passagem, sob contestação de alguns conselheiros, em especial do Movimento MAIS INTER, e a bem da verdade até mesmo de segmento mais lúcido da própria situação, ou seja, daqueles COLORADOS efetivamente preocupados com o sucesso do futebol.


Cargo e função de tamanha relevância no clube, não podem ser fruto de uma ação entre amigos. Ser só torcedor é muito pouco, há que ser dirigente, o que convenhamos, exige bagagem, trajetória e biografia, condições pois impróprias para paraquedista. A preocupação, por procedente, acabou, infelizmente, por se confirmar: o senhor Siegmann anuncia a estratégica operação "Convicção" - o Inter disputaria o Gauchão com o seu time B.


Todos sabem o fiasco que resultou, até os velhinhos do asilo Padre Cacique, do outro lado da rua. Atribua-se ainda, a esse torcedor, um elenco de manifestações infelizes e destemperadas, que sequer são proferidas nas arquibancadas, que dirá por um Vice de Futebol. Destaque-se de sua lavra, por ocasião da Libertadores - "o grêmio tem uma lanterna com bateria fraca no fim do túnel, enquanto o Inter tem um farol". Com essa "flauta" de torcedor, totalmente inoportuna, "o dirigente virtual" conseguiu apenas tirar o foco do jogo do Peñarol e contribuir para uma humilhante desclassificação, frise-se, em casa. Estava consumada uma folclórica chacota, que infelizmente para os colorados, extrapolava a sua pessoa, ganhando os botecos mais recônditos.


Para o fato em questão, recorro ao nosso ex- Presidente Vitório, que num exercício filosófico tascou -"treinador treina, dirigente dirige e torcedor torce". Então, aplicando essa máxima, oremos para que o Senhor Siegman dirija, caso contrário, que vá para a arquibancada, vez que lá é lugar de torcedor.


A propósito, com bom comportamento, para evitar mais constrangimentos, que poderiam implicar em providencial retirada. Quanto a seus mentores, corrijam-lhe o curso, já que a mentira é de difícil reparação, lhes restando conviver com a mesma como uma permanente assombração, pelo menos até esgotar a paciência da torcida. Criaram o monstro, agora cuidem dele e cuidem-se com ele.


Sidney Emerim
Conselheiro do INTERNACIONAL
integrante do MAIS INTER