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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

AS SEMELHANÇAS ENTRE A RODOVIÁRIA E O BEIRA-RIO

Vista aérea do BEIRA-RIO e da Rodoviária



Olhando esta foto, é possível notar que o prédio da Rodoviária de Porto Alegre e o Beira-Rio tem algumas semelhanças.

1ª Os dois são arredondados;

2ª Os dois tem um amplo espaço vazio no centro;

3ª Os dois tem um grande rodízio entre seus profissionais, a rodoviária os motoristas de ônibus e o beira-rio, seus dirigentes: Aod Cunha, Celso Roth, Falcão, Osmar Lóss, Dorival Jr., Roberto Siegmann, Luis Anápio, Chumbinho, Fernandão.

Epa, pera lá, a terceira semelhança deve ser exclusividade da Rodoviária, pois afinal quando maior a rotatividade na rodoviária maior o resultado. Já no beira-rio, quanto maior a rotatividade de seus profissionais menor o resultado.

Suspeito que dadas as semelhanças físicas entre a rodoviária e o beira-rio, o Presidente Luigi, pense que os dois devem ser administrados da mesma forma. Nunca li em nenhum compêndio de administração que o tempo de vida útil de um profissional em uma empresa deve ser de no máximo três meses. Bom, posso não ter lido os livros certos.

A propósito do item treinadores, o de maior rotatividade, é bom lembrar que foi o Presidente Luigi quem nos apresentou o Galo, o Osmar Lóss – inclusive fomos ameaçados, veladamente, com sua efetivação. Concedeu ao Roth um aumento de 40% por ter tomado apenas 2 do Mazembe. Aliás, sempre me intrigou esse episódio, mas recentemente entendi a linha de raciocínio do Presidente Luigi, quando li que a única vez que se dirigiu ao Falcão, foi na véspera do greNAL no Olímpico, quando lhe teria pedido: “para jogar fechadinho, porque não queria tomar uma goleada do Grêmio”, aí caiu a ficha!
Presidente, não se engane, as semelhanças entre a rodoviária e o beira-rio são apenas físicas.

Claudio Borba
sou MAIS INTER

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

NOVO TÉCNICO DEVE SER FRUTO DE CONVICÇÃO

Passados 25 dias sem treinado, a torcida ainda não conhece as convicções do Vice de Futebol

Postado originalmente as 10:30 e editado as 13:40 (devido ao anúncio oficial de que é Dorival Junior o novo treinador COLORADO)

O INTER estava ha 25 dias sem treinador, sem alguém para comandar o elenco, e nesse período tivemos os jogos da Copa Audi, jogos do Campeonato Brasileiro e a primeira partida da decisão da Recopla.


Ora, se nossas pretensões eram ganhar esses três campeonatos (a torcida tenho certeza queria as três taças, já os dirigentes não tenho certeza) ficar tanto tempo sem técnico é uma demonstração de uma absoluta falta de PLANEJAMENTO e CONVICÇÃO.

Não vou nem voltar no assunto da renovação com Celso Roth depois do jogo com o mazembe, pois não conheço um COLORADO sequer que concordasse com isso, mas depois da saída do Roth e a contratação do Falcão penso que deveria finalmente aparecer as convicções desta direção.

A própria demissão do Falcão, embora eu não concorde com ela, foi um gesto assertivo do presidente Luigi, ocorre que desde a demissão do treinador o futebol COLORADO é errante. Não temos nada definido e lá se vão quase um mês e não é apenas o fato de não termos um técnico, é que além disso não temos um esquema tático definido, não temos comando no vestiário e não temos sequer um time titular.

Se a Direção tinha a convicção de que era hora de trocar o treinador deveria ter feito já pensando em quem viria para o seu lugar, pois da forma como foi feita o maior prejudicado foi o próprio time, que sem técnico está a mercê de sua própria sorte.

A falta de convicção fica ainda mais evidente quando vemos os jovens sendo lançados e torrados, assim como já tinha acontecido com João Paulo, Delatorre que chegou a ser titular domingo na quarta-feira ficou de fora até mesmo do banco de reservas, no ataque começamos com Jô, que se dizia não ter condições físicas mas jogou 70 minutos, e entrou Marquinhos que não vinha jogando por ser reserva no avai.

É urgente que haja treinador, que este estruture o time, que defina o esquema tático, que determine a escalação, pois do contrário podemos dar adeus a disputa do Campeonato Brasileiro, ou ainda pior, sequer conseguiremos classificação para a Libertadores.

Torcemos para que Dorvila Jr., anunciado hoje, de ao time uma forma de jogar, que se preocupe com o lançamento dos jovens valors, mas que sobretudo promova as mudança que o time precisa.

Neste Campeonato Brasileiro o lugar do INTER é o topo da tabela, temos que lutar pelo título, na pior das hipóteses por uma vaga na Libertadores, um clube com 100 mil sócios e 6 milhões de folha de pagamente tem que estar no topo da tabela.


Agora que foi definido o treinadro é preciso que a Direção faça uma avaliação do epísódio, pois passado tanto tempo para que houvesse essa definição ficou evidente que não houve PLANEJAMENTO na hora da troca e o que mais me preocupa é que não há CONVICÇÃO de que o novo treinador vai arrumar a casa.


André Flores
Coordenado do MAIS INTER
Sócio do INTER

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

A VISITA DA CUMADRE

Torcedor está cansado da falta de convicção e planejamento da atual gestão


A cumadre tem um casal de filhos, PLANEJAMENTO e CONVICÇÃO. Uma vez por mês, é regra, chova ou faça sol,com os cuidados de praxe, a cumadre, colorada que é, vai ao Beira Rio assistir uma partida do seu clube do coração o SPORT CLUB INTERNACIONAL.

Geralmente vai ao estádio sozinha, já que o cumpadre não é de nada. Há quem diga que é gremista ou avaiano, o que convenhamos é quase a mesma coisa. Quanto aos rebentos, raramente lhe acompanham. Fato esse, que lhe gera tristeza e preocupação, já que enquanto ela está no beira Rio, seus filhos PLANEJAMENTO e CONVICÇÃO se encontram longe dali. Coisa de mãe, perfeitamente compreensível.

Gostaria sinceramente, que seus pimpolhos, estivessem juntos dela naquele momento de alegria. Confessa que seria o climax de um projeto, como qualquer outro, no caso, familiar.Como toda a mãe, a cumadre é coruja, tem certeza que seus filhos terão sucesso, vez que são organizados, metódicos ,seguros, sistemáticos, responsáveis e muito diferentemente de outras pessoas, têm metas.Em vista desse seu orgulho, teria muito prazer em apresentar suas crias aos amigos dirigentes, com os quais cruza amiúde, quando dos jogos. No entanto, tal situação nunca se oportunizou.

Recentemente, após a euforia de uma vitória colorada, arrancada a duras penas, apesar de três volantes , só um atacante e falha do goleiro, foi convidada por um dirigente, um daqueles de carteirinha, intregrante do baixo clero, para assistir as entrevistas na sala de imprensa. Tiro dado, bugio deitado, aceitou de pronto. Atrás do "aspone", que mais parecia um porta bandeiras de escola de samba mergulhou em direção ao local. A cumadre era recatada, tímida mesmo, lá chegando se postou discretamente num canto. Era de seu perfil, avessa à ribalta. Entrincheirada pode apreciar de camarote o "vuco-vuco":tapinhas nas costas de jogadores, microfones na cara de todo mundo, Marias chuteiras em profusão e até vendedores de automóveis e celulares.

Então, adentrou no recinto um ex-Vice de Futebol, "de cujus" nome a cumadre não se recorda, gritando mais que o presidente do clube e foi dado ínicio a coletiva. Os jogadores com suas declarações repetitivas e por isso mesmo enfadonhas, repletas de -com certeza, realmente e determinação - tudo no contexto. Quase tudo...até que vieram as entrevistas dos dirigentes, logo após a cumadre trocar os paninhos. Foi aí que ela despencou do carro alegórico.

Era PLANEJAMENTO prá cá CONVICÇÂO prá lá, que a cumadre achou que seus filhos estavam presentes. Rodou o olhar em volta, com toda a atenção de mãe mas não localizou a prole. Isso lhe deixou apreensiva e frustrada. Sem desaminar apurou o pavilhão auditivo e sacou que eles se reportavam a elementos de um projeto. Com retóricas e discursos rebuscados de cartolas superados, perdidos no tempo.

Diante das questões formuladas explanavam com ar professoral,enfáticos no PLANEJAMENTO e CONVICÇÃO, tentando justificar a demissão em três meses de um treinador. Por óbvio não conseguiram.

Ao final, restou uma certeza a pobre cumadre. Ela precisava, urgentemente, apresentar seus filhos àqueles dirigentes. Era prá já! Pena que PLANEJAMENTO e CONVICÇÂO não se encontravam ali.



Sidney Emerim
Conselheiro do INTERNACIONAL
Integrante do MAIS INTER

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

HOJE É DIA DE DECISÃO

O Jornal argentino OLÉ destacou a invasão de COLORADO à Buenos Aires


Hoje o COLORADO tem uma decisão pela frente, vai lutar por mais uma taça INTERNACIONAL.

Nós do MAIS INTER estamos juntos nessa corrente, mandando nosso apoio e vibração para que nossos jogadores voltem de Buenos Aires com um bom resultado. Hoje todos os pensamentos estão no jogo do INTER e por isso não haverá outra postagem no blog.

Todos nossos pensamentos e toda a nossa vibração está no jogo desta noite, vamos torcer por mais esta taça, a RECOPA SULAMERICANA é um desejo dos COLORADOS.


MOVIMENTO MAIS INTER

terça-feira, 9 de agosto de 2011

O ESGOTAMENTO DAS NOVAS IDÉIAS

Sem técnico há mais de 20 dias o INTER demonstra a falta de convicção da Gestão


Quando o associado colorado votou no Sr. Giovanne Luigi para Presidente do Internacional, votou num discurso de feitos passados, e aí estava o grupo do Pedro Affatato, e um discurso futuro de profissionalização do futebol e de grandes conquistas em campo.

Foi-lhe vendida a idéia de que esta gestão, então eleita, teria como tornar nosso passado pequeno diante das dimensões das conquistas futuras que seriam construídas.

No entanto, passados sete meses de gestão, vê-se que o associado foi ludibriado, pois nem sequer voltamos às conquistas do passado e muito menos vislumbramos conquistas num futuro próximo.

O torcedor e em especial o associado esperava que a direção soubesse gerir as idéias expostas quando da eleição – profissionalismo na gestão do futebol, um time vitorioso e que não precisasse vender seus craques para tapar buracos de má gestão financeira, que na prática é o que tem ocorrido.

Porém o que se percebe, é que ao retornar Wilson Mathias ao time, pagar três treinadores simultaneamente, esta direção mostrou-se boa de discurso e péssima em gestar as práticas necessárias para implementá-lo.

Sempre lembrando que a gestão de um projeto consiste: em saber-se onde se está, onde se quer chegar e a capacidade de produzir ações que nos conduzam ao objetivo. Desconfio que esta Direção não entendeu nenhuma das três etapas. Como se diz no jargão popular – não sabe porque ganhou e muito menos porque perdeu.

Nesta hora, nos cabe – a função de torcedor – torcer que apareça uma luz sei lá de onde e mostre a direção do Internacional o caminho do futuro, no mínimo neste ano e meio que nos resta, para que ações sejam construídas, adequadas a grandeza do clube e das conquistas do time.



Claudio Borba
Secretário-Geral do Movimento MAIS INTER