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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PARA ONDE LEVARÃO NOSSO CLUBE? PARA O INFERNO QUE NÃO, PORQUE NÃO DEIXAREMOS!


Os últimos acontecimentos na esfera do futebol dentro do SPORT CLUB INTERNACIONAL foram, no mínimo, perturbadores e extremamente preocupantes.

Ouvimos o Falcão, ao ser demitido, dizer que: “Acho que o torcedor do Inter tem que estar muito atento com as coisas que estão sendo feitas no Inter, a maneira como estão sendo feitas, porque o Inter é do torcedor."

E ouvimos o Siegmann dizer que: “Não me acomodo a estruturas, quando vejo que a estrutura está inadequada, obsoleta.”

Declarações como estas, especialmente a vinda de um ídolo inconteste do clube, fazem acender a luz amarela e revelam que muita coisa está sendo feita de forma equivocada na direção do clube.

Vimos o Falcão ser praticamente “expulso” do INTER, com apenas 03 meses de trabalho, tendo sido campeão Gaúcho sobre o arqui-rival, no estádio deste.

No entanto, permanecemos sem técnico.

Agora vemos o Fernandão, outro ídolo incontestável do clube, ser nomeado gerente de futebol, quando, na verdade, ainda é jogador e, confessadamente, não possui qualquer experiência no comando do futebol fora de campo.

E tudo isto, lamentavelmente, está a se refletir no time dentro de campo, como não poderia ser diferente.

Afinal, o que se passa? Qual a razão de tantos equívocos, senão incompetência?

Para onde estas pessoas que estão na direção do INTERNACIONAL levarão nosso clube? Para o inferno que não, porque nós, da torcida, não deixaremos.

A torcida precisa estar atenta e reagir.

A resposta deve ser dada nas urnas, nas próximas eleições.

JOSÉ RICARDO BRASIL
Sócio COLORADO
Integrante do movimento MAISINTER

terça-feira, 2 de agosto de 2011

SOBRE CONVICÇÕES NO FUTEBOL COLORADO

Quais as convicções de Luigi?


No último final de semana, talvez em razão do clima que recomendava o recolhimento, passei várias horas assistindo aos jogos da rodada do brasileirão e a programas esportivos. Em uma dessas transmissões ouvi uma entrevista que me preocupou. Não apenas preocupou. Fez a todos os colorados colocarem as barbas de molho.

Nesta entrevista, dada por um novo dirigente do futebol colorado, senhor Cuca Lima, os problemas que assolam o futebol colorado ficaram claros.

Primeiro porque revelou a absoluta falta de convicção da diretoria do Inter a respeito das coisas do futebol. Isso porque, por um lado, afirmou este diretor que não há mais negociações em andamento com qualquer técnico para fins de contratação. E de outro, também informou que não há nenhuma definição a respeito de uma possível permanência de Osmar Loss no comando técnico da equipe. Ou seja, somente incertezas assombram o Beira-Rio.

Aliás, não somente incertezas, pois algumas coisas estão ficando claras. A incapacidade da atual diretoria de dar rumo ao futebol do Clube é uma delas. A completa divergência de pensamentos sobre como seguir adiante, outra.

E o próprio time já está refletindo essa indefinição no seu futebol, pois os jogadores refletem em grande parte a insegurança da orientação que recebem e a falta de convicção com que convivem no dia a dia.

Mas o que está faltando no futebol do Inter?

Não tenho dúvida alguma em responder: projeto, convicção e unidade de pensamento de seus dirigentes.

Um grupo político, antes de assumir um clube de futebol como o Inter, precisa ter um projeto definido para o Departamento de Futebol. É necessário ter convicções sobre se é melhor contratar um técnico novo, ou um treinador mais experimentado. Se se vai formar uma equipe mais ou menos experiente. Que tipo de atletas queremos. Como orientar as categorias de base, enfim, tudo o que não se vê hoje no Internacional.

O MaisInter tem projeto e idéias muito claras a respeito do futebol. Técnico precisa ser experiente. Ter alcançado títulos importantes, ter liderança, caráter e conduta profissional e privada que seja exemplo aos atletas. Mas deve ser vitorioso e estar vitorioso. Não é aceitável que se espere a demissão de um treinador por péssimos resultados em outros clubes e então se o traga para o Inter. Treinador precisa ser vencedor para estar no Inter!

A equipe precisa ser jovem, com jogadores de força e habilidade. E a estes jovens agregar alguns mais experientes, para que se tenha o equilíbrio desejado. Mas estes “experientes” devem ser poucos, de modo que não comprometam a vitalidade e a entrega da equipe. Não se deve repatriar jogadores que não tenham mais a ambição de retornar à Europa, o sonho de todo o jogador. Porque o Inter não é lugar para se encerrar carreira.

Sobre tudo isso o MAIS INTER tem unidade de pensamento, e quando chegar sua vez de dirigir o Internacional, saberá honrar a confiança dos nossos associados.

Carlos Rafael dos Santos Junior
Conselheiro do INTER
membro do Movimento MAIS INTER

terça-feira, 5 de julho de 2011

TER OU NÃO TER? EIS A QUESTÃO...

Damião ainda não demonstrou todos seus super-poderes, ainda não é momento de vende-lo



Uma pergunta se impõe: o que queremos para o INTERNACIONAL?


Queremos que seja protagonista do campeonato, ou apenas cumpra tabela?

Queremos que tenha um elenco forte com os melhores jogadores e busque a conquista de títulos, ou nos contentaremos que seja um time razoável, suficiente, apenas, para não fazer feio no campeonato?

Sou da opinião de que os bons jogadores, especialmente aqueles criados dentro do clube, não devem ser vendidos até que tenham prestado contribuição suficiente ao time em contrapartida ao investimento aplicado na sua formação.

Vejam o exemplo do Pato, que foi vendido sem ter jogado um GRENAL sequer. E o valor obtido pelo clube na ocasião não serviu para resolver muita coisa, já que o INTERNACIONAL continuou e continua endividado.

Assim como Pato, muitos outros podem ser citados, Nilmar, Daniel Carvalho, Diogo Rincón, Fábio Rochenback, Lúcio, Alex, Giuliano, Luiz Adriano, etc. Outro exemplo bem atual, o Cavenaghi que jogou muito pouco e já está sendo vendido. Ora, se era para essa finalidade, por que foi contratado? Onde está o planejamento que leva um time a ser campeão? E os jogadores que foram contratados e praticamente não vestiram a camiseta do clube, como Bustos, Eduardo Hidalgo, Marinho, Bolaños, Renato?

Sei da máxima de que “não se faz futebol sem dívida“, mas não entendo o porquê de o clube contratar jogadores além da necessidade do time. Ou de vender um jogador que vai bem, essencial à equipe, para depois ter que buscar no mercado um substituto, a peso de ouro, cuja ‘performance’ não sabemos se será à altura daquele que saiu.

Felizmente, no caso do Leandro Damião, seu contrato foi renovado.

Enfim, o INTER não pode servir a interesses outros que não ao seu, que é o de formar um time forte e sempre vencedor. Esta deve ser a cláusula pétrea do clube.

A venda e contratação de jogadores sem critérios claros e suficientes a justificar a operação, acaba com tal perspectiva.

Sabidamente, o INTERNACIONAL conta com mais de 50 jogadores no elenco principal, recebendo altos salários, muitos sem condições de fardar a camiseta do nosso querido clube.

Afinal, a quem servem estas negociações extravagantes? Ao INTER que não!

E nós, mais de 100.000 sócios, vamos deixar que esta prática continue?

Queremos ter ou não ter um time Campeão???

JOSÉ RICARDO BRASIL
Sócio
Integrante do movimento MAISINTER